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Publicado por Emmanuel Ramos de Castro

Mais mudanças na Amil




Há alguns dias noticiamos aqui a informação de que Marcos Buzzo entraria na Dança das Cadeiras que ocorreria em breve no Grupo Amil.



Pois bem, este dia está chegando.



Julho - segundo confidenciou ao Blog uma das nossas fontes - será o mês durante o qual uma nova área comercial será desenhada na maior operadora de planos de saúde do País.



Nomes tão importantes quanto o de Buzzo, em julho, entrarão na dança; e junto com eles, gestores também serão tirados para dançar.



Fortalecido, Fernande Félix vai comandar sozinho o comercial, enquanto a Intermédica, segundo consta, estaria se preparando para receber alguns nomes.



Em particular, aquele simpático figurão que por lá já passou.



Julho promete.


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6 comentários
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EJ

O Clayton do PJ também

EJ

E tem mais, a Juliana Macambira (Medial também saiu)....
não entendo mais nada

EJ

Nosso amigo foi vítima desta maré... e não pensem em marola, pois a coisa é GRANDE sim e vem afetar principalmente os conhecidos como CAUDA LONGA..


Vida longa ao TONINHO, sim ele mesmo, Antonio da Amil, figura ilustre e reconhecidamente como o MELHOR GESTOR que passou pela Amil... hoje se despede do mercado...

mas só por um tempo, GARANTO!!!

Não é uma Brastemp

ALTO RENOME ....KKKK...NÃO É UMA BRASTEMP

Amil vai ao Supremo contra dedetizadora que usa mesmo nome

http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2014/06/amil-vai-ao-supremo-contra-dedetizadora-que-usa-mesmo-nome.html

A empresa de assistência médica Amil decidiu ir à Justiça para tentar impedir que empresas de outros ramos utilizem o mesmo nome em sua razão social. O caso já chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), em ação contra uma dedetizadora de Santa Catarina que utiliza o mesmo nome nas atividades de prestação de serviços.
O processo chegou ao STF no começo de junho e no último dia 13 o ministro Gilmar Mendes negou prosseguimento ao pedido da Amil para ter exclusividade sobre o nome. Na terça-feira (24), a empresa recorreu para que a Segunda Turma do STF analise a questão, o que ainda não tem data para ocorrer.

Na análise individual do processo, o relator Gilmar Mendes decidiu não analisar o mérito do pedido e manteve decisão tomada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) no ano passado, que considerou que as duas empresas - Amil Participações e Amil Desentupidora e Dedetizadora - prestam serviços distintos e que, portanto, não há razão para a disputa.

Alto renome
A Terceira Turma do STJ avaliou que, "apesar da semelhança clara de nomes, as empresas prestam serviços distintos o suficiente para impedir confusão entre os consumidores". Os ministros consideraram que a Amil do ramo de saúde não comprovou ter "marca de alto renome" para manter a exclusividade sobre o nome.
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina já havia tomado a mesma decisão do STJ. O tribunal estadual entendeu que nenhuma das empresas tinha a marca de alto renome prevista pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A Amil recorreu ao próprio STJ, mas o tribunal rejeitou com base em súmula que impede que os ministros da Corte reavaliem provas já analisadas por outras instâncias.
Pela legislação brasileira, as marcas com alto renome reconhecido pelo INPI têm direito a proteção especial, ultrapassando o campo de atuação da empresa, impedindo o uso de nomes similares em empresas, serviços ou produtos. É o caso, por exemplo, de marcas como Mcdonald´s, Sadia, O Boticário, Bombril, Kibon e Natura, que já tiveram seu alto renome reconhecido no país (Veja a lista)
Procurada pelo G1, a Amil informou que, paralelo à ação judicial, tenta obter no INPI o reconhecimento como marca de alto renome. "A Amil considera necessária a proteção de sua marca, patrimônio constituído em 36 anos de operação e por meio de investimento contínuo no fortalecimento de sua imagem. Por isso, tem como política defender a propriedade de seu nome, frente ao uso por empresas de qualquer campo de atividade", afirmou.
O G1 procurou a Amil Desentupidora e Dedetizadora, mas não conseguiu falar com nenhum representante ou advogado da empresa. O nome Amil também é utilizado por desentupidoras independentes de outros estados e também por uma empresa do ramo de equipamentos para saneamento básico.
Novo recurso
A Amil entrou com reclamação no Supremo porque quer que o STJ reavalie o mérito do pedido, sobre a patente em relação à marca. A empresa pede ao Supremo o reconhecimento de "repercussão geral" em relação ao pedido, para que outras empresas também possam ser beneficiadas e ter o teor do pedido analisado pelo STJ em casos semelhantes.
A repercussão geral ocorre quando os ministros do STF decidem que eventual decisão sobre um caso específico deve ser aplicada em processos semelhantes em instâncias inferiores.
No recurso apresentado nesta semana ao Supremo, a Amil diz que o ministro Gilmar Mendes não observou "as garantias fundamentais" ao deixar de analisar o pedido de reconhecimento de repercussão geral e diz que o STJ afrontou "o processo legal, o contraditório e a ampla defesa".
Para a Amil, o STJ "julgou de costas para o texto constitucional e para as garantias fundamentais" e feriu a competência do Supremo ao rejeitar que o recurso tivesse repercussão geral, quando isso seria papel do próprio STF

João Vermelho

Era de se esperar, o americano é bem diferente do brasileiro e sabe que não precisa 40 pessoas para fazer o trabalho de 10.

O mercado todo vai enxugar, a Amil é quem faz a tendência nesse mercado, infelizmente, isso vai aumentar.

Marcos Antonio

Essas mudança da Amil se restringem a SP ou no RJ também terá mudanças?
.
RESPOSTA
Prezado Marcos Antônio
Provavelmente, o Rio de Janeiro também sentirá o peso da mão do Tio Sam, mas por enquanto, as mudanças aqui comentadas estão limitadas à região de São Paulo.
Um abraço,
Moderador

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