Frase do Dia
Sérgio Cardoso, diretor da Barela Seguros, será o entrevistado desta quinta-feira (04) no Programa Segura Brasil!

O Programa é exibido ao vivo às 21h

Cade aprova, mas impõe

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Rola na Mídia

9.abr.2014

SÃO PAULO  – O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira aquisições de três grupos pela companhia de planos de saúde coletivos Qualicorp, mas impôs como condição a venda de uma administradora de benefícios.

Segundo a Qualicorp, a companhia teve de assinar um Termo de Compromisso de Desempenho (TCD) com o Cade pelo qual a empresa terá que vender uma administradora a ser criada junto à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) com carteira de 140 mil clientes em contratos de planos coletivos.

O TCD foi assinado como condição para que o Cade aprovasse à compra pela Qualicorp dos grupos Padrão, Aliança e Afinidade, anunciada em maio de 2012.

“A celebração do termo e seu cumprimento (…) encerra os processos de análise conduzidos pela autoridade e assegura que todos os benefícios e sinergias advindos das operações realizadas sejam mantidos pela companhia”, afirmou a Qualicorp em comunicado ao mercado.

As ações da companhia exibiam queda de 2,53 por cento às 12h56, enquanto o Ibovespa tinha recuo de 1,14 por cento.

Por Alberto Alerigi Jr.
Colaboração: Leitor, Chico Maluco

Você reaparece com prêmios

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Campanha

9.abr.2014

Depois que a Intermédica foi vendida, dúvidas surgiram entre os corretores a respeito dos projetos da operadora; em particular, aqueles comercializados pela Você Clube, que já andava meio sumida do mercado.

Na verdade nada mudou.

Ou melhor, mudou, sim!

A Você Clube Administradora de Benefícios, famosa pela pouca exposição, estará lançando campanha para as vigências de junho, julho e agosto, referente aos projetos comercializados da Seguradora NotreDame e da Cooperativa Unimed Paulistana.

O corretor será premiado com R$ 80,00 (oitenta reais), em Top Premium, por vida.

Tomara seja esta a primeira de muitas ações da Você Clube.

Cinco dias que abalaram a BR Insurance

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Rola na Mídia

9.abr.2014

SÃO PAULO – A última semana foi um grande pesadelo para a BR Insurance (BRIN3) na Bovespa. Após divulgar seu resultado no dia 31 de março, as ações da companhia mergulharam para uma queda de 30% no dia seguinte; apresentando mais quedas nos 4 dias seguintes, a desvalorização nestes últimos 5 pregões chega a impressionantes 62,76%. A empresa vive um evidente clima de desconfiança por parte dos investidores e também por parte dos analistas, que estão ainda sem saber exatamente o que “recomendar” e o que projetar para os próximos resultados. Como cereja no bolo dessa onde de tensão, o presidente da empresa, Antônio José Ramos, afirmou que não se candidatará à reeleição e deve sair do cargo no próximo dia 6 de maio.

Mas e o investidor? O que fazer em meio a um movimento de queda de mais de 60% em uma semana? Ora, se os próprios analistas não conseguem dizer com exatidão o que será do futuro da empresa, não é possível cravar com toda certeza do mundo qual a melhor decisão a ser tomada. Mas como no mercado – e em quase tudo na vida – existe o lema de “na dúvida, não faça nada”, o conselho dos analistas neste momento é: se não tem as ações, espere por um sinal claro de que essa queda foi exagerada para comprar; se você tinha ações antes do resultado e não vendeu durante toda esta queda, talvez o melhor seja esperar para entender o motivo por trás desta queda e, quem sabe, vender com um prejuízo bem menor – para recuperar a queda de 62,76%, o papel precisa subir 170%.

Compra? Ainda é cedo

Mesmo que a queda possa ter sido extremamente exagerada, ainda é muito cedo para dizer que a BR Insurance abriu uma oportunidade de compra, afirmam os analistas. Isto porque falta ainda um sinal claro de que os resultados futuros compensarão parte dos preços perdidos na Bovespa nestes dias. Segundo os analistas Francisco Kops e Giovanna Rosa, do Safra Corretora, o cenário da companhia ainda não permite esta afirmação. Para eles, este é um momento para esperar definições por parte da companhia, o que poderá justificar uma recomendação de compra ou de venda das ações.

Em meio ao cenário turbulento, o Safra rebaixou sua recomendação de compra para neutra das ações BRIN3 e ainda reduziu o preço-alvo dos papéis de R$ 23,80 para R$ 13,10 – mais que o dobro do último fechamento do papel (R$ 6,09).

Mesma opinião da equipe de análise da XP Investimentos, que afirmou preferir esperar os próximos passos da diretoria da BR Insurance antes de fazer qualquer recomendação. “Estamos buscando mais dados para saber o que podemos ter em termos de perspectivas para o ativo”, diz o time da corretora em relatório.

Eles deixam claro, contudo, que embora o cenário de curto prazo tenha mudado após os resultados do 4º trimestre, o movimento de queda já passou dos limites da racionalidade e não corresponde ao desempenho operacional apresentado. Mesmo assim, todo cuidado é pouco agora, apontam os analistas. “Estamos empenhados em obter a conclusão desta análise da maneira mais correta e rápida possível. Mas, no momento, continuamos estudando com atenção. Dentro de pouco tempo, acredito que poderemos divulgar uma decisão clara a respeito do ativo”, concluem a análise.

Apesar das incertezas, empresa tenta acalmar o mercado

Com os números de 2013, analistas passaram a duvidar do atual modelo de negócios da companhia. Toda essa desconfiança também reflete nos acionistas com maior participação na companhia. Na última quinta-feira (3), o fundo Fidelity Investment informou que vendeu 1,5 milhão de ações da companhia e reduziu sua participação de 5,05% – segundo dados da BM&FBovespa de 26 de fevereiro – para atuais 3,52%.

Por outro lado, a BR Insurance tenta acalmar o mercado. No final da última semana a empresa afirmou que as mudanças ocorridas na diretoria eram planejadas e que fazem parte do Projeto Evolução, que é coordenado pela Falconi e tem como objetivo o aprimoramento da gestão, tornando os processos operacionais mais eficientes e padronizados entre as subsidiárias da empresa. A assembleia para definir o novo presidente da empresa ocorre no dia 30 de abril.

O “péssimo” resultado da empresa

Todo o caos na empresa teve início com a queda de 58,5% no lucro contábil do quarto trimestre, que fechou em R$ 13,9 milhões. Segundo a companhia, esse desempenho ocorreu por causa da elevação das despesas administrativas, provisão para perdas em recebíveis, assim como pelo crescimento de cancelamentos de apólices. Apesar da queda do lucro, a receita da empresa subiu 12,9% no período e ficou em R$ 257,8 milhões.

“Os números referentes ao quatro trimestre foram tão mais fracos que nossas expectativas e as do consenso que o atual modelo de negócios foi colocado em xeque pelo mercado”, afirmam os analistas do Safra, justificando sua visão pessimista para o futuro da empresa.

A XP também ressalta a série de ajustes (despesas administrativas, provisões e cancelamento de comissões) que convergiram para o resultado trimestral fraco e “em uma magnitude/evolução que, até então, não eram esperadas pelo mercado”. Além dos dados operacionais, as questões societárias e administrativas da empresa começaram a ganhar maior atenção por parte dos analistas da corretora – sobretudo com a derrocada das ações nos pregões seguintes ao resultado.

Nem o recente anúncio do andamento do Projeto Evolução, movimento que visa trazer, até o fim de 2014, ganhos de eficiência e produtividade para a companhia, através de ganhos de sinergia em prol de benefícios para os acionistas, conseguem animar os analistas. Eles chegam a destacar que, normalmente, um anúncio desses e uma queda dos papéis poderia justificar uma recomendação de compra, mas nesse caso, as projeções de bons resultados no futuro para a companhia são muito pequenas.

O que aconteceu?

No relatório do Safra, os dois analistas resumem o que aconteceu com a BR Insurance nos últimos anos e que agora deixou claro o cenário complicado que a empresa tem daqui pra frente. Segundo eles os problemas são oriundos de um modelo que não vem mais entregando resultados, especialmente após a extinção do Verona.

“O Verona era o canal usado anteriormente na remuneração das 27 corretoras originais de acordo com desempenho por meio do pagamento de ações. Visando preparar a empresa para o término do período de earn-out do Verona, a BR Insurance anunciou no final de 2012 um novo sistema de remuneração para esses sócios, com o qual, na época, estávamos inicialmente positivos. No entanto, com a maturação de períodos de lock-up, sócios originais puderam vender ações BRIN3, reduzindo um possível alinhamento e motivação dos mesmos com a companhia” explicam os analistas.

Diante desse cenário, eles afirmam que, após o resultado do quarto trimestre, ficou claro que a companhia não encontrou ainda uma política alternativa de remuneração para substituir o Verona, e que o grande desafio agora é tentar encontrar esse mecanismo. Completando, a dupla do Safra lembra que com o papel descontado dessa forma, o caixa da companhia seria mais bem utilizado em um programa extensivo de recompra de ações, gerando maior valor do que a geração de novas aquisições.

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Fonte: InfoMoney

Deu tudo certo

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Prestação de Serviços

8.abr.2014

A Amil comunica a compra dos hospitais Carlos Chagas, em Guarulhos (SP), e AMA, em Arujá (SP), além das operadoras Seisa Saúde e Dental Center, seguindo sua estratégia de investir constantemente em serviços de saúde com qualidade reconhecida no país.

A Amil ressalta que o atendimento aos clientes não sofrerá alteração e que as equipes médicas e demais profissionais serão mantidos.

O Carlos Chagas, fundado em dezembro de 1962, é um hospital geral e conta atualmente com 205 leitos.

O Hospital AMA é referência na região do Alto Tietê em serviços médico-hospitalares, dispondo de 91 leitos.

Fundada em maio de 1973, a Seisa Saúde tem uma carteira de cerca de 180 mil beneficiados.

Com 47 mil clientes a Dental Center possui ampla rede credenciada e serviços odontológicos de excelência. Ambas as operadoras atuam em Guarulhos e Alto Tietê (SP).
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NOTA
Este foi um comunicado enviado pela Amil ao mercado na última segunda-feira (07), e aqui reproduzido na íntegra.

Super Campeões da Sul América

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Campanha

7.abr.2014

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Mais uma vez, foi o tempero baiano, que a Sul América escolheu para incrementar o encerramento da exitosa campanha, P.R.A. Super Campeões.

O Tivoli Risort, localizado na praia do Forte, foi fechado para receber 600 convidados de todo o Brasil – os campeões.

O evento, que teve como mestre de cerimônia, o ator, Luigi Baricelli, e como apresentador oficial o ator Gil Hernandez, contou com a presença dos principais executivos da Seguradora: Patrick de Larragoiti Lucas, Matias Ávila (vice-presidente), Maurício Lopes (vice-presidente), Celso Rocha (diretor comercial), Marco Antunes (vice-presidente), Luciano Lima (diretor), Gabriel Portela (presidente).

Fizeram parte da programação, diversas palestras motivacionais e muitos prêmios foram distribuídos; entre eles, quatro automóveis 0 km.

A trilha sonora ficou por conta da soteropolitana, Margareth Menezes.

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Patrícia (diretora da Donda Corretora) e Gilberto (diretor da Assure) foram destaques em animação

Veja, feita de papel nada higiênico

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Por Dentro da Política

6.abr.2014

Manchete de Veja desta semana: “Como o PT está afundando a Petrobras” deveria ser: “Como o PT e nosso chefe afundaram a Petrobras”.

Sim, como se sabe, o executivo Fábio Barbosa, presidente da Abril, que edita Veja, foi conselheiro da Petrobras entre 2003, primeiro ano do governo Lula, até 2011, segundo ano do governo Dilma.

Nesse longo período, ele recebeu jetons, ganhou pontos no currículo e não há registros de votos divergentes da maioria do conselho. Barbosa, inclusive, votou a favor da compra da refinaria de Pasadena, no Texas, pela Petrobras.

Isso significa que se a Petrobras afundou na era Lula-Dilma, Barbosa é também co-responsável. Nos últimos dez anos, a empresa anunciou diversas descobertas do pré-sal e se tornou uma das maiores detentoras de reservas do mundo. Anunciou também um dos maiores programas de investimento da indústria petroleira e, no regime de partilha, tornou-se exploradora de Libra, o principal campo do pré-sal, em parceria com a Shell e duas empresas chinesas.

No entanto, segundo Veja, a Petrobras afundou, embora a lembrança mais próxima a essa imagem seja a da plataforma P-36, que, sim, afundou no governo FHC.

Impressionante é que depois de tantos problemas na Petrobras, Fábio Barbosa – co-responsável pelos ” desmandos”, repita-se – continue presidente da Abril.

Será que ele não irá também afundar a editora dos Civita?

A imprensa tucana fez do mensalão petista literatura de Cordel e agora, com a proximidade das eleições, está fazendo o mesmo com a Petrobras; não por acaso a audiência do Jornal Nacional despenca ladeira abaixo. Em São Paulo, o jornal, ancorado por Willian Bonner e Patrícia Poeta, fechou com 22 pontos no Ibope, números inferiores ao do jornal local, SP TV.

Enquanto isso, o mensalão do PSDB segue impune e os escândalos do propinoduto envolvendo o Metrô, a CPTM, a máfia dos fiscais da prefeitura, entre outros, seguem tão abafados quanto os pedidos de CPIs para apurar a roubalheira.

Tendenciosa, manipuladora, partidária e em campanha midiática pela privatização da Petrobras, a revista Veja é tudo, menos um veículo de comunicação no qual se possa confiar.

Adaptado do 247

O Programa

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Programa Segura Brasil

4.abr.2014

Primeiro bloco: Entrevista com Alcides Costa

Segundo bloco: Entrevista com os corretores, Antônio Lopes e Flávio Teófilo

ANS implanta a cultura do diálogo com o mercado

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Rola na Mídia

4.abr.2014

Uma resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicada nesta quinta-feira (3), no Diário Oficial da União, cria o Comitê de Incentivo às Boas Práticas entre Operadoras e Prestadores.

A função do colegiado é estabelecer a manutenção de um diálogo permanente com os agentes de saúde suplementar e a sociedade civil; promover o aprimoramento de indicadores e ações relativos à adoção de boas práticas, tanto pelas operadoras de planos privados quanto por prestadores de serviços de saúde; e desenvolver mecanismos de indução para que os agentes do setor suplementar de assistência à saúde priorizem a qualidade dos serviços prestados.

“Poderão ser criados indicadores que contemplem aspectos relacionados às práticas do setor e influenciam nos resultados da assistência prestada aos consumidores, incentivando um sistema baseado na valorização da qualidade assistencial, bem como poderão ser estabelecidos índices como metodologia de avaliação e monitoramento da adoção de boas práticas, tanto por parte das operadoras de planos privados de assistência à saúde quanto dos prestadores de serviços de saúde”, informou a ANS.

Saúdeweb

A (re)estreia

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Programa Segura Brasil

3.abr.2014

Então, fica combinado:

A partir de hoje (03), toda quinta-feira, às 21h, você está convidado a assistir, ao Programa Segura Brasil.

A transmissão, ao vivo, permitirá que você, internauta, possa fazer perguntas ao convidado.

Veja AQUI, na página do Uol, a chamada do programa que será exibida durante todo o dia nos intervalos comerciais.

E para assistir ao programa, do seu PC, Tablet, Smartphone ou, de preferência, na sua  Smart TV  – clique AQUI.

Nesta edição de estreia da 2ª temporada do Programa Segura Brasil, contaremos com a presença de Alcides Costa, Flávio Teófilo e Antônio Lopes.

Contamos com a sua participação.

Produto novo, comissão nova

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Prestação de Serviços

3.abr.2014

Muito já debatemos aqui a respeito do comissionamento do corretor.

Lembro-me bem da época em que as seguradoras pagavam um comissionamento de 400% ao corretor, com registro na Susep, cadastrado em um dos seus NACs.

Velhos tempos, belos dias!

Mas o mundo gira; tudo mudou.

Hoje, não obstante a escassez de produto e a limitação da idade do potencial cliente, a comissão encolheu.

Mas…

A Porto Seguro, que possui uma reputação no mercado inquestionável, vem lentamente conquistando o corretor de planos de saúde com um produto novo no seu portfólio.

Trata-se do Portomed; já falamos dele aqui.

Você, corretor, não pode esquecer que, ao comercializar este produto, terá direito a cinco indicações de PME, por contrato entregue, comissão próxima àquela que recebia no passado e mais a garantia de um vitalício de 3%.

Para saber mais, ligue: 11 2139-3333

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