Frase do Dia

Reinaldo Badiali, sócio diretor da Corretora Íntegra Vita Gestão de Benefícios, será o entrevistado de hoje no Programa Segura Brasil.

O Programa vai ao ar sempre às quintas-feiras, às 21h, ao vivo pela:
www.tvgz.com.br

Novos produtos da Unimed Paulistana

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Prestação de Serviços

22.mai.2014

Conforme já é do conhecimento do mercado, a ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar suspendeu recentemente um pouco mais de 160 planos de saúde de diversas operadoras, mas, no caso da Unimed Paulistana, o corretor já pode contar com novos produtos que já estão disponíveis para comercialização.

Importante salientar, porém, que a Queridinha aceita as propostas antigas desde que:

Estejam acompanhadas de uma cópia das páginas,  03, 12 e 14 da proposta de adesão PF – CLIQUE AQUI para imprimir;

Estejam acompanhadas de uma cópia das páginas, 02 e 05 das propostas de adesão PME – CLIQUE AQUI para imprimir.

Primeiro encontro da Prev Quali com os corretores

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Festas

21.mai.2014

Hoje, quarta-feira (21), a Prev Quali promoverá o seu primeiro evento dedicado aos corretores de planos de saúde na cidade de São Paulo.
Com isso, a administradora pretende estreitar ainda mais as relações com o canal de vendas e ainda promete surpresa.
O endereço você já sabe: Av. Paulista, 900 – às 15h – Teatro da TV Gazeta.

De olho na Dasa

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Rola na Mídia

21.mai.2014

A operadora americana de planos de saúde UnitedHealth, que comprou a Amil por quase R$ 10 bilhões em 2012, conforme apuramos, tem interesse em adquirir 50% da Dasa. O controle da maior empresa de medicina diagnóstica, dona de laboratórios como Delboni Auriemo, foi adquirido em março pelo empresário Edson Bueno que também é o fundador da Amil.

Ainda de acordo com fontes do setor, já houve conversas entre Bueno e a UnitedHealth, mas ainda não há uma data definida para a transação. A ideia é que Bueno primeiro consolide a Dasa e depois negocie com a UnitedHealth. O empresário e sua ex-esposa Dulce Pugliese detém 72% da empresa de medicina diagnóstica. Há dois anos, a Dasa iniciou uma forte reestruturação que fez as margens despencaram e somente no fim do ano passado começou a recuperar a rentabilidade. Foi exatamente nesse momento que Bueno fez uma oferta de aquisição de controle da Dasa.

O assunto vem sendo tratado com muita reserva, uma vez que a aquisição efetiva do controle da Dasa por Bueno ainda depende de alguns trâmites burocráticos e neste começo de ano provocou críticas acaloradas de minoritários da rede de laboratórios, como os fundos Tarpon, Petros e Oppenheimer, que juntos detinham 27% do capital da Dasa. A Petros e o Oppenheimer, que têm cerca de 20%, não venderam seus papéis.

Além disso, há um embate entre Bueno e o conselho da Dasa que defende a realização de uma segunda oferta de ações, no âmbito estatutário. Diante do impasse, a discussão foi remetida à Câmara de Arbitragem da Bovespa, que ainda estuda o caso. Paralelamente, a operação também está sendo analisada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Bueno desembolsou R$ 2,3 bilhões para adquirir o controle da Dasa, pagando R$ 15 pelo papel, o que representa um prêmio de 12,4% em relação à cotação do dia 20 de dezembro do ano passado, último pregão antes da oferta. Ontem (19), a ação da companhia fechou a R$ 14,13.

Bueno ainda detém uma participação de cerca de 10% na Amil, além de ser o maio acionista individual da operadora americana, onde também ocupa uma cadeira no conselho.

Nos Estados Unidos, a UnitedHealth tem desde 2007 uma parceria com a Laboratory Corporation of America (LabCorp), uma das gigantes do setor. Antes, a UnitedHealth tinha um contrato de exclusividade com a Quest, outro grande laboratório. No ano passado, o Fleury bateu na porta desses dois laboratórios americanos a fim de vender sua fatia de 41,2% que pertence ao grupo de médicos fundadores. Porém, ambos rejeitaram a oferta, segundo fontes do setor.

Procurados pela reportagem, Bueno e UnitedHealth informaram que não comentam rumores de mercado.

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Por Beth Koike

Unimed Paulistana apresenta sua nova fase ao mercado

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Festas

20.mai.2014


A Unimed Paulistana reuniu cerca de 100 pessoas para um jantar especial no restaurante Figueira Rubaiyat no dia 15 de maio. O objetivo foi estreitar o relacionamento com os donos e executivos das principais Corretoras e consultorias de São Paulo, apresentando o novo posicionamento da área Comercial da Unimed Paulistana.

Também estiveram presentes membros do Conselho Fiscal e Técnico da operadora, que deram credibilidade ao encontro, além de representantes da UP Odonto e UP Saúde Ocupacional, administradas pela UP Participações, que distribuíram folders em primeira mão aos presentes.

O Diretor Presidente da Unimed Paulistana, Dr. Paulo José Leme de Barros, fez questão de salientar as principais conquistas. “Inauguramos recentemente o CPA Zona Sul, conquistamos a Certificação nível 3 no Hospital Unimed Santa Helena, foi criada a UP Participações, regularizamos a rede de prestadores e contratamos consultorias de gestão”.

Dr. Paulo ressaltou ainda que a suspensão dos planos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é uma oportunidade para as operadoras se requalificarem. “Trabalhamos em conjunto com a ANS”. Segundo ele, outros projetos já estão sendo delineados como o Centro de Atendimento à Mulher (Avenida Brigadeiro Luiz Antônio), Centro de Diagnóstico (Av. Francisco Matarazzo) e o Hospital Unimed Zona Sul (antigo Hospital São Leopoldo).

A noite foi ainda mais especial para dez donos de corretoras. Eles foram os vencedores da Campanha “Só Feras no Safári da UP” e ganharam uma viagem à África do Sul, com direito a um acompanhante. Confira abaixo:

Canal PF e PME:
LPX Corretora
DJ Atlantis
Casa do Corretor
My Life
Barela
Unisaúde

Canal PJ:

MBS Seguros
SBM Consultoria
Macecorp
Íntegra Vita

Confira os depoimentos de alguns convidados:

Participar dos eventos da Unimed Paulistana é sempre bom, ainda mais este que está demonstrando o novo momento da empresa. A Unimed é forte no mercado”. João Toni – Casa do Corretor.

É muito bom ver o quanto a Unimed Paulistana está mais próxima da gente. Estivemos no hotel em Atibaia e agora estamos aqui”. Carlos Alberto Fabião – LPX.

A Unimed Paulistana está mostrando um posicionamento diferente e isso nos dá tranquilidade com a entrega do serviço”. Cristiana Lowndes – MBS Seguros

Fico muito feliz em ganhar esse prêmio, principalmente nesse importante momento que a Unimed Paulistana está vivendo. Momento de ótimas mudanças”. Paulo Rogério dos Santos – SBM Seguros.

Rafael Maganete, representando a Qualicorp esteve presente e falou com o Blog.

Blog do Corretor
A Qualicorp vai mesmo mudar para a 9 de Julho, digo, Plínio Barreto?

Rafael Maganete
Não, já mudou.  O cronograma muda agora em julho, toda equipe do adesão já está lá, eu tenho uma parte de atendimento e uma parte operacional, o prédio é aquele ao lado da Fecomercio… já mudou, mas está em etapas, cada área da empresa. Por exemplo, a área comercial está mudando agora em junho aí termina o prédio inteiro da Qualicorp e aí vai dar essa sinergia com a equipe toda.

B.C.
Mas foi todo mundo inclusive da Alameda Santos?

R.M.
Tanto da Al. Santos quanto da Av. Paulista, 402. Foi todo mundo. É um prédio inteiro Qualicorp.

B.C.
É uma sede própria?

R.M.
Boa pergunta. Eu não sei, mas se não me engano, é.

B.C.
Você poderia falar sobre o que dizia há pouco com relação os e-mails que os funcionários estão recebendo durante esse processo de mudança?

R.M.
Na verdade eu falava o quanto a Qualicorp trata bem os funcionários. Ela tem um processo de endomarketing, de cuidado com os funcionários, de qualquer funcionário, onde… parte do pressuposto que ela dá esse acalanto, não é? Então, nessa mudança o funcionário recebe um e-mail, recebe um manual com restaurantes perto, com tudo perto, pra dar todo esse suporte pra o funcionário nessa mudança de prédio e de sede.

B.C.
Você está muito otimista também com essa nova fase da Unimed Paulistana, a Queridinha dos corretores?

R.M.
A Unimed é um produto muito bom de vender em São Paulo. É um produto com o qual nós, da Qualicorp, temos alguns projetos, é um produto que a gente gosta de vender, tanto no PME quanto no empresarial, então agora é decolar, né? A gente sabe dos problemas que passaram, mas o empresarial a gente não vê problema nenhum e sempre caminhou bem.

B.C.
No jantar esta noite foram oferecidas duas alternativas no cardápio: robalo e baby bife. Por qual você optou?

R.M.
Baby bife, claro(!). Já viu gordinho comer peixe? (risos)

B.C.
Muito obrigado e parabéns, Rafael. Você é um vitorioso. Na profissão, na saúde, na vida.

Dr. Paulo José Leme de Barros, Diretor Presidente da Unimed Paulistana


Dr. David Serson, Diretor Secretário da Unimed Paulistana


Dr. José Francisco Amaral Toledo, coordenador do Conselho Fiscal da Unimed Paulistana


Dr. Angelo Di Fraia Filho, coordenador do Conselho Técnico da Unimed Paulistana

Rafael Maganete (Qualicorp) e Emmanuel Ramos de Castro (Blog do Corretor)

Sincoplan contra-ataca

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Feijão com arroz

19.mai.2014

O aparente silêncio do Sincoplan não significa necessariamente uma trégua ao mercado.
Fontes seguras garantem que a movimentação sindical continua nos bastidores e já chega à Agência Nacional de Saúde (ANS).
Sem um banco de dados suficiente para dar início a um “corpo-a-corpo” com o corretor de planos de saúde, o Sincoplan teria solicitado a Agência Nacional a relação de CPFs de todos os corretores.
Agora que o corretor é orientado a preencher o seu Cadastro de Pessoa Física (CPF) nas propostas e nos contratos de planos de saúde, teria sobrado para a ANS o dever de repassar esses dados ao sindicado.
Muita água ainda vai rolar sob essa ponte.

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ATUALIZADO ÀS 11H50M
Para quem não conseguiu ler nas entrelinhas no post “Dança das Cadeiras” sobre qual seria o paradeiro de Débora Oliveira, revelamos:
Débora assumiu, a partir desta segunda-feira (19), a gerência do PME na Qualicorp e agora responde diretamente ao Rafael Maganete.

BRASÍLIA – A nomeação do médico José Carlos de Souza Abrahão para a diretoria da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) será questionada na Comissão de Ética Pública da Presidência da República.
O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) vai encaminhar até a próxima semana o pedido de afastamento do diretor, por causa de sua forte ligação com operadoras de saúde. “O conflito de interesses está claro”, argumenta o professor da Universidade de São Paulo (USP) e integrante do conselho diretor do Idec, Mário Scheffer.

Até a indicação de seu nome para a ANS, Abrahão ocupava a presidência da Confederação Nacional de Saúde de Hospitais, Estabelecimentos e Serviços, entidade que representa hospitais e outros serviços de atendimento do setor – incluindo planos de saúde. Abrahão também foi diretor presidente da Assim Assistência Médica, empresa de planos de saúde.

Nesta terça-feira, 13, o Conselho Nacional de Saúde divulgou uma nota de repúdio à indicação de Abrahão. No texto, o colegiado argumenta que a presença do médico na diretoria é incompatível com o princípio de eficiência da administração pública porque “antes mesmo de tomar posse, já estaria impedido de votar nos processos administrativos envolvendo temas prioritários na fiscalização da ANS”.

O conselho não é o único a se manifestar contrariamente à indicação de Abrahão. Na semana que antecedeu a sabatina do médico no Senado, Instituto de Defesa do Consumidor, Associação Brasileira de Saúde Coletiva e Centro Brasileiro de Estudos da Saúde enviaram carta a parlamentares afirmando que, diante do currículo, o nome de Abrahão não era o mais indicado. As entidades destacaram o fato de o médico, quando estava à frente da confederação, posicionar-se abertamente contra o ressarcimento de planos de saúde ao Sistema Único de Saúde (SUS) – uma forma de compensação que operadoras são obrigadas a pagar todas as vezes em que seus associados são atendidos na rede pública.

Entre atribuições de diretores da ANS está participar de julgamentos de recursos de ressarcimento. “Algumas sessões chegam a apresentar 90 processos desses”, completou Scheffer.

Demissão. No ano passado, o diretor da ANS Elano Figueiredo pediu demissão, após a Comissão de Ética Pública da Presidência decidir recomendar sua exoneração. O Estado revelou que Figueiredo omitiu de seu currículo a atuação em favor de planos de assistência médica em processos contra a ANS.

Lígia Formenti – Agência Estado

A farsa de um julgamento midiático

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Por Dentro da Política

18.mai.2014

Se você, caro leitor, ainda acredita na tese de que o julgamento da Ação Penal 470 foi estritamente técnico, pense no caso de Simone Vasconcelos, ex-gerente financeira de uma agência de publicidade de Marcos Valério. Ou em Vinícius Samarane, um funcionário de segundo escalão do Banco Rural. Esqueça, por um momento, os nomes de réus notórios, como José Dirceu, José Genoino e Roberto Jefferson. Tente agora responder, com franqueza e honestidade intelectual: por que, afinal, Simone e Vinícius estão presos, como se fossem bandidos de alta periculosidade?

Ambos são personagens mequetrefes da engrenagem que ficou conhecida como “mensalão”. Não têm qualquer glamour, mas foram incluídos, na peça inicial de acusação, como integrantes do núcleo financeiro da “quadrilha”. Evidentemente, nenhum deles desfruta do foro privilegiado. No entanto, foram julgados diretamente pelo Supremo Tribunal Federal, justamente por terem sido considerados parte de uma quadrilha, uma organização criminosa indissociável.

Ocorre, no entanto, que o Brasil, signatário do Pacto de San José, da Costa Rica, concede a todo e qualquer cidadão o duplo grau de jurisdição. O que significa que ninguém pode ser condenado em definitivo sem, ao menos, uma possibilidade de recurso a uma instância superior. Isso vale para assassinos, traficantes, estupradores, pedófilos, terroristas e políticos procurados pela Interpol, como Paulo Maluf, mas não valeu para Simone e Vinícius, assim como para vários outros réus.

Qual é a explicação? Ah, eles faziam parte de uma “quadrilha”. Ocorre, no entanto, que o crime de quadrilha foi derrubado pelo próprio Supremo Tribunal Federal na votação dos embargos. Ou seja: a acusação desmoronou, mas as penas estão sendo cumpridas por dois cidadãos brasileiros – privados de um direito essencial – como se a tese ainda permanecesse de pé. E não apenas pelos dois, mas por vários outros condenados sem foro privilegiado, como Kátia Rabello, José Roberto Salgado, Marcos Valério e até José Dirceu.

Considere, então, apenas por hipótese, que o argumento da quadrilha tenha alguma validade. Por que o chamado “mensalão” petista foi classificado desta maneira, ao contrário do “mensalão” tucano, organizado pelos mesmos personagens? Graças a essa diferença conceitual, o ex-governador de Minas Gerais, Eduardo Azeredo, que tinha o foro privilegiado, ao contrário de Simone e Vinícius, pôde retornar à primeira instância – o que fará com que seu caso prescreva antes que complete 70 anos. Seu “mensalão”, ao contrário do que envolvia o PT, chegou fatiado ao STF. Enquanto réus sem foro privilegiado, como Walfrido dos Mares Guia e o tesoureiro Claudio Mourão caíram em primeira instância, beneficiando-se assim da prescrição, Azeredo subiu ao STF. Mas sua renúncia ao mandato parlamentar, numa explícita fuga da espada suprema, garantiu a ele o duplo grau de jurisdição – benefício negado aos personagens mequetrefes da Ação Penal 470.

Se esse argumento ainda não lhe convenceu de que a Ação Penal 470 foi um julgamento político, pense então no porquê da quadrilha ter sido montada com 40 personagens pelo então procurador-geral Antonio Fernando de Souza, em sua denúncia original. Não terá sido para alimentar a mítica imagem de que o Brasil era governador por um Ali Babá e seus 40 ladrões, tema, aliás, de capa de uma notória revista semanal? Por que não 37, 38, 39, 41, 42 ou 43? Afinal, outros personagens, inclusive o atual prefeito de uma grande capital, que sacou R$ 3 milhões do chamado “valerioduto”, foram deixados de fora da denúncia. Qual é a explicação?

Não há explicação, assim como não há justificativa para que o caso seja tratado como “mensalão”, palavra que pressupõe a existência de uma mesada, ou de pagamentos regulares a parlamentares. Todas as perícias realizadas por órgãos técnicos e pela própria Polícia Federal comprovam que os saques no Banco Rural foram realizados uma única vez. Ou seja: serviram para pagar dívidas de campanha de políticos do PT e da base aliada. Foi um caso típico de caixa dois eleitoral – o que, obviamente, não elimina sua gravidade. Apenas não foi “mensalão”. E o mais engraçado é que o próprio criador da palavra, Roberto Jefferson, admitiu, publicamente, que se tratava apenas de uma figura retórica.

Passemos, então, aos casos concretos. Por que João Paulo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, está condenado e preso por peculato, acusado de desviar verbas de publicidade da Câmara dos Deputados, se todos os recursos desembolsados pela casa foram efetivamente transferidos para o caixa de empresas de comunicação, como Globo, Folha e Abril, conforme atestam diversas perícias? E se alguma dessas empresas bonificou agências de publicidade, o fez seguindo suas políticas internas.

Como acreditar, então, no desvio milionário de verbas do Banco do Brasil, se as campanhas de publicidade da Visanet – uma empresa privada, diga-se de passagem – foram efetivamente realizadas e comprovadas? Pela lógica, é impossível que R$ 170 milhões tenham sido desviados para os cofres do mensalão e, ao mesmo tempo, transferidos para veículos de comunicação que executaram as campanhas da Visanet.

Afora isso, e o caso de José Dirceu, condenado sem provas, segundo juristas à esquerda, como Celso Bandeira de Mello, e à direita, como Ives Gandra Martins? Ou condenado por uma teoria, a do “domínio do fato”, renegada por seu próprio criador, o jurista alemão Claus Roxin. Como explicar sua condenação sem admitir a hipótese levantada pelo ex-presidente Lula de que a Ação Penal 470 foi, sim, um julgamento político?

Não apenas político, mas construído com um calendário feito sob medida para sincronizá-lo com as eleições municipais de 2012. E transformado em espetáculo midiático por grupos de comunicação que têm uma agenda política intensa, mas não declarada. Uma agenda que pode ser sintetizada no objetivo comum de desmoralizar e criminalizar um partido político que, a despeito dos ataques de adversários e dos seus próprios erros internos, ainda representa os anseios de uma parte considerável da sociedade brasileira.

Aliás, na nota em que afirma que as declarações de Lula merecem “repúdio” da sociedade, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, exalta o fato de as sessões terem sido transmitidas ao vivo, como num reality show. Foi exatamente essa mistura entre Justiça, da qual se espera sobriedade, e Big Brother que permitiu que o julgamento se tornasse ainda menos técnico – e mais político. Aos ministros, transformados em astros de novela, o que mais interessava era estar bem na foto – ou escapar da faca no pescoço apontada por colunistas supostamente independentes.

Prova cabal disso foi o que aconteceu com Celso de Mello, às vésperas de definição sobre se deveria aceitar ou não os embargos infringentes. Seu voto foi adiado, numa chicana conduzida pelo próprio presidente da corte, para que revistas semanais pudessem pressioná-lo antes do voto decisivo – uma pressão, registre-se, que, no caso do decano, resultou infrutífera.

Se não bastassem os abusos do processo em si, como entender então o realismo fantástico da execução penal, que transformou o presidente do Supremo Tribunal Federal em carcereiro-mor da Nação? Sim, Joaquim Barbosa chamou para si todos os passos da execução das penas. E escolheu o mais notório dos réus, o ex-ministro José Dirceu, como objeto de sua vingança. Mantê-lo preso, em regime fechado, e impedindo-o de exercer o direito ao trabalho, contrariando a decisão do próprio plenário da corte, bem como a recomendação do Ministério Público Federal, é uma decisão técnica ou política? Se for técnica, que Joaquim Barbosa se digne a explicá-la à sociedade.

O fato concreto é: em Portugal, Lula disse uma verdade quase absoluta, mas nunca uma verdade doeu tanto na elite brasileira. Aliás, uma verdade que só não foi completa porque Lula errou na matemática. O julgamento da Ação Penal 470 foi 100% político. O que falta agora a Lula é se mostrar efetivamente solidário a seus companheiros, que, sim, eram e ainda são de sua confiança.

Leonardo Attuch

Um corretor que também Segura o Brasil

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Programa Segura Brasil

17.mai.2014

1º bloco

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Caso o vídeo não abra no seu aplicativo móvel, CLIQUE AQUI NO TV UOL
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2º bloco

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Caso o vídeo não abra no seu aplicativo móvel, CLIQUE AQUI NO TV UOL

Mais Médicos e mais festas!

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Feijão com arroz

16.mai.2014

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A novata Prevquali vem se armando e convocando o seu exército para enfrentar a concorrência e garantir o seu espaço no mercado paulistano, depois de ter garantido o seu quinhão no Planalto Central.
No próximo dia 21 (quarta-feira), o Teatro Gazeta, na Av. Paulista, será palco do primeiro evento promovido pela administradora dirigida pelo veterano Zé Carlos, considerado “bom de briga”.
Um dos temas da programação, a “atração surpresa”, foi o que mais nos deixou curiosos.  Certamente, essa surpresa será boa para uns e para outros…
Bom, a gente vai saber isso no dia, pessoalmente.
Quanto às notícias de possível  fusão, ebulição, condensação ou vaporização da Prevquali, dizem, não passam de ti ti ti.
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DEVER DE CASA
Quem anda toda orgulhosa é a Ameplan.
Na recente lista divulgada pela ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar, em 14/05//14, na qual 161 planos de 36 operadoras foram suspensos, não consta a Ameplan e esta teve ainda o seu plano Executivo totalmente liberado para comercialização.
Kibom!

Dança das Cadeiras

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Dança das Cadeiras

15.mai.2014

Chega ao fim uma das mais famosas duplas do mercado de planos de saúde: Débora Oliveira e Luizinho.

Nesta segunda-feira, (12), ao retornar das merecidas férias, na função de Gerente Comercial do PME da Intermédica, Débora Oliveira, entregou o cargo a Tereza Frei.

Segundo o Blog apurou, a moça recebeu uma proposta tão desafiadora quanto irrecusável, mas estamos comprometidos com a nossa fonte em não revelar, ainda, o paradeiro de Débora.

Na próxima segunda-feira, informaremos o novo endereço onde a recente contratada vai atender.

Estamos convencidos de que a Débora sabe o quanto é importante, ao sair de uma empresa, deixar as portas abertas.

Aprendamos todos, com a moça!

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