Frase do Dia

Prazer em falar com o blog. Estou triste, não vi nada no blog sobre a campanha da Qualicorp que sorteou três carros no último dia 20/07. Sou supervisora da Nova Brasil aqui no Alto Tietê e acompanhamos seu blog, e neste sorteio um dos nossos corretores foi sorteado. Mas não tem problema, vai ter mais sorteios e espero estar no blog. Parabéns pelo blog! Aqui no Alto Tietê é um sucesso. Não só aqui, claro. Beijos!
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Flávia Bartilote (supervisora da Corretora Nova Brasil), por e-mail.

Contratação de planos de saúde cresce 2,5% em 2014 no Brasil

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Rola na Mídia

16.fev.2015

São Paulo – O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) anunciou o aumento de 2,5% na contratação de planos de saúde médico-hospitalares em 2014 frente ao ano anterior.

O acréscimo em 12 meses foi de 1,26 milhão de beneficiários, totalizando 50,84 milhões.

O crescimento do último trimestre, encerrado em dezembro, contra o terceiro trimestre, encerrado em setembro, foi de 0,9%.

“Notamos que a baixa atividade econômica atingiu o mercado de saúde suplementar, que mostra sinais de perda de ritmo de crescimento”, afirmou o superintendente-executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro, em nota.

“No entanto, não resta dúvida de que o crescimento de 2,5% deve ser celebrado já que o PIB de 2014 deve ter fechado próximo de 0%”, analisa.

O maior porcentual de crescimento foi em planos odontológicos, de 5,6%, em 12 meses.

O segmento de planos coletivos empresariais registrou avanço de 3,3% em 12 meses, fechando o ano com 33,70 milhões de vínculos, ou 1,07 milhão de beneficiários adicionais.

Em seguida, a modalidade de planos coletivos por adesão cresceu 2,6% sobre 2013.

Nos planos individuais, o aumento foi de 0,9% em 2014. Os dados constarão do boletim Saúde Suplementar em Números, a ser publicado na próxima segunda-feira, dia 9.

Por, Luana Pavani


NOTA DO BLOG

[A despeito de um Brasil quebrado que a "grande mídia" insiste em mostrar à população, o País atinge o menor índice de desemprego de todos os tempos (6,5%);  a Petrobras bateu recorde diário, mensal e anual de produção de petróleo e gás natura, em dezembro de 2014, no Brasil e no exterior, com média de 2,863 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), melhor resultado já alcançado na história da empresa; contratação de planos de saúde cresce; salário mínimo no Brasil atinge mais alto patamar de compra em 50 anos, diz Banco Central, enfim...]

Pé no freio? Nem pensar

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Campanha

12.fev.2015

São Paulo – Nesta quarta-feira (11), a equipe comercial da Qualicorp, liderada pelo superintendente comercial João Drumond, ofereceu aos supervisores das já tradicionais Corretoras paulistanas, um jantar magnífico no Restaurante Generali, na Bela Vista.

O objetivo do encontro, com direito a sorteios em dinheiro, foi para anunciar o lançamento da campanha Adesão Acelerada Qualicorp – que está na rua a partir de hoje – e os produtos do Grupo NotreDame/Intermédica, agora incorporados também ao portfólio da administradora.

Além da boa comida e do clima otimista que permeou o ambiente, o evento contou com a breve presença do vice-presidente comercial Leonardo Guerreiro (Léo), que logo em seguida teve de se ausentar, em função de outro compromisso.

A apresentação da campanha ficou mesmo por conta de João Drumond, que dispensou terno e gravata e, assim como os seus gestores, vestiu literalmente a camisa que trazia estampada no peito o slogan da campanha Adesão Acelerada Qualicorp.

Tudo lembrava avanço, aceleração, crescimento… uma espécie de “PAC da Quali”.

Como qualquer campanha bem elaborada, Adesão Acelerada Qualicorp exige atenção do corretor, pois envolve datas, pontuação, regras, sorteios, bônus e, em março/2016, uma viagem a Aruba.

O tesouro pode ser visto e está à disposição do corretor, mas é preciso esforço para conquistá-lo; este é o grande desafio.

“Hoje lançamos a campanha referente aos meses de março e abril, mas ainda temos campanha para os meses de maio, junho e julho; agosto, setembro e outubro e novembro, dezembro e janeiro” – revelou João Drumond.

Se a intenção da Qualicorp foi manter as vendas aceleradas, acelerada também foi a verba destinada à campanha.

A cada trimestre, nove automóveis 0 km serão sorteados (três a cada mês) entre os campeões, sendo dois (no mesmo trimestre) para supervisores.

A campanha, que se estenderá até janeiro/2016, sorteará um total de 27 automóveis e concluirá com uma viagem a uma das paradisíacas ilhas caribenhas, Aruba.
Convidamos Drumond para um bate papo e ele aceitou de pronto.

Blog do Corretor:
Qual o motivo deste evento, especificamente?

João Drumond:
Em primeiro lugar, a intenção de reunir nossos parceiros, em respeito a eles, e divulgar em primeiríssima mão os lançamentos da Qualicorp, não é? Do Grupo Intermédica com a NotreDame, além da campanha de vendas que vai circular a partir de amanhã. Nós temos feito encontros regulares para esse grupo… na verdade são multiplicadores e formadores de opinião, não é? Do mercado. Então, esse foi o grande motivador do encontro de hoje.

Blog do Corretor:
E essa campanha que você apresentou, por sinal, muito bem elaborada, em slides, contemplará nove corretores com nove carros a cada trimestre, fora os dois carros que serão sorteados entre os supervisores. Isso é o bastante para o corretor acelerar as vendas?

João Drumond:

Nós temos duas etapas: Nós vamos sortear um carro para os supervisores agora no mês de março e abril (sic), e a nossa campanha nacional entra na vigência de maio a janeiro. Então, a partir de maio, nós sortearemos três carros/mês para os vendedores e dois carros por trimestre para os supervisores. Nunca é tarde lembrar que, de toda carteira, todos produtos, todo portfólio da Qualicorp que pega, desde os produtos mais baratos, até os produtos top do mercado.

Blog do Corretor:
O jantar foi muito prestigiado pelos supervisores e eu senti um clima de alto astral. A ausência do corretor num evento assim não o deixa enciumado?

João Drumond:
Olha, a gente tem feito… até por respeito ao vendedor, a gente tem trabalhado muito nos bastidores para informar aos supervisores e gerentes com relação aos nossos produtos. Então, a reunião de hoje teve o objetivo de preparar todos com informações para que o corretor seja melhor atendido. E a campanha que entra em maio é uma campanha inédita, eu creio que nenhuma operadora nunca sorteou esse volume de prêmios em uma única temporada, o que denota o nosso respeito pelo corretor. E foi para ele e pensando nele que nós realizamos este evento.

Blog do Corretor:

Muito obrigado pela entrevista e sucesso.

A equipe comercial liderada por João Drumond – com o blogueiro

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Wilma (gerente Affinity, Eliete Brito (ex-Public), João Drumond (Superintendente Comercial Qualicorp), Mel Farias (gerente Casa do Corretor, Simone Silva (gerente Qualitek), Silmara Bueno (gerente produto Qualicorp Casa do Corretor e Silvana Cole (gerente Casa do Corretor
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Durante a apresentação da campanha foram sorteados entre os supervisores presentes quatro cheques no valor de R$ 5 mil e dois cheques de R$ 4 mil

Levaram R$ 5 mil para casa:
- Mel Farias (Casa do Corretor);
- Neuza (Unisaude);
- Elaine (Barela)
- [Publicaremos logo mais] (My Life)

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Levaram R$ 4 mil para casa:
- Rodrigo Ikeda (DJ Atlantis);
- Eliete Brito (Public Broker)
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Agora é com o corretor que pode levar um carro zerinho para casa e ainda conhecer Aruba.
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Arriba!

A volta do Individual teria impacto sobre o Adesão?

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Matéria

10.fev.2015

São Paulo - Na semana que passou, os cadernos de economia noticiaram a possível volta da comercialização do plano de saúde individual; ou Pessoa Física (PF), como é conhecido.

Na terça-feira (03), o jornalista Lauro Jardim, do Radar On-line, publicou a seguinte nota:

“Edson de Godoy Bueno, sócio da Amil, terá hoje uma audiência no Palácio do Planalto com Giles Azevedo, um dos braços direitos de Dilma Rousseff. Bueno batalha pela liberação dos reajustes dos planos de saúde individuais, hoje controlados pela ANS. É um assunto que interessa a doze milhões de brasileiros”.

A notícia da visita do ex-engraxate, hoje um dos magnatas do mercado de planos de saúde, às dependências do Palácio, não chegou a ser uma hecatombe; mas, somada a outras tantas que, de uma forma ou de outra, trataram do assunto, gerou um certo frisson no mercado financeiro e as ações de empresas que atuam no setor reagiram com forte queda naquela semana e leve recuperação na semana seguinte.

O temor do mercado financeiro era o de que a volta do PF impactasse na comercialização dos planos coletivos por adesão.

O Blog não compartilha dessa tese, uma vez que fomos testemunhas do surgimento do Adesão, enquanto o PF ainda era comercializado por muitas operadoras. Foi assim que nasceu o Adesão, com o PF em pleno vigor.

Depois o PF ficou inviável do ponto de vista econômico em função da atuação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que determina o índice de reajustes dos planos de saúde, enquanto na outra ponta, hospitais e laboratórios reajustam seus produtos e serviços por conta própria. Sem a existência de uma Agência reguladora (ou fiscalizadora) para esse setor.

Este é o fulcro da questão não revelada pela imprensa convencional que, ávida por notícias trágicas, mais confunde do que esclarece.

Aprofundar nessa questão, além de esclarecer, poderia até mesmo fomentar a regulamentação também do setor que presta serviços às operadoras. Leia-se hospitais e laboratórios, estes que podem cobrar R$ 10 Reais ou R$ 2 mil Reais pelo mesmo par de luvas utilizado num determinado procedimento.

Mas, voltando ao Adesão X Individual.

O Blog sondou o mercado, ouviu figurões de várias tendências e a opinião é unânime: “Se o PF voltar a ser oferecido no mercado, o Adesão continuará vendendo normalmente. Nada vai mudar”, confessou ao Blog um renomado figurão. “Quanto custará um plano para uma criança no individual, R$ 400 Reais? – indagou. “A tabela do individual certamente não vai competir com a do adesão que é um produto segmentado, o mercado se autorregula”, garantiu.

Some-se a esses argumentos, as milionárias campanhas de incentivo às vendas do Adesão, promovidas pelas operadoras, administradoras e Corretoras.

Conclusão: Não se anime com a eventual volta do PF, corretor.

Se ele vier, será uma alternativa a mais e isso é bom para o corretor e melhor ainda para o público consumidor, mas provavelmente virá com preços bem acima das tabelas do Adesão e do PME.

Quem viver, verá.
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ATUALIZADO ÀS 10H 30M
Hoje, quarta-feira (11), um dia após a publicação deste post, recebi o telefonema de um leitor o qual me fez duas importantes observações: “Você esqueceu que a categoria Individual está disponível no mercado através da Unimed Paulistana, uma das poucas opções que restaram e que vende muito bem, e da Amil, que não vende por dois motivos: o interessado teria de ir até a sede da operadora e o preço torna inviável a aquisição”.
Bem lembrado!

Operação Sorriso Saudável

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Campanha

10.fev.2015


O produto UP Odonto foi a grande estrela nas Corretoras, durante a semana que passou.

Conforme estava previsto, os gestores da Unimed Paulistana fizeram muito barulho em visita às Corretoras, durante apresentação do seu produto odontológico.

Segundo apuramos, os supervisores agitaram suas equipes e os corretores se mostraram muito interessados em conhecer e comercializar o produto.

A portas fechadas em salas de treinamentos das Corretoras, os vendedores do plano de saúde bucal só saíram para o café no intervalo.

Decisão acertada essa dos corretores.

O UP Odonto pode ir junto com o produto PF e/ou PME.

E isso significa mais vidas vendidas,

Mais prêmios,

Mais dividendos.


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São Paulo - O mercado brasileiro de planos de saúde médico-hospitalar encerrou 2014 com crescimento de 2,5% em relação a 2013, ao registrar 50,84 milhões de beneficiários. Um acréscimo de 1,26 milhão de vínculos em 12 meses. Em dezembro de 2014, o crescimento foi de 0,9% em comparação a setembro de 2014. Os dados são do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) e constarão do boletim Saúde Suplementar em Números, a ser publicado na próxima segunda-feira (9/2).

O IESS identificou que a expansão do total de beneficiários foi impulsionada pelos planos coletivos empresariais, que registraram crescimento de 3,3% em 12 meses, ao atingir 33,70 milhões de vínculos ao término de 2014. O que equivale a um acréscimo de 1,07 milhão de beneficiários. Em dezembro de 2014, em relação a dezembro de 2013, as contratações subiram 1,1%.

“Notamos que a baixa atividade econômica atingiu o mercado de saúde suplementar, que mostra sinais de perda de ritmo de crescimento”, afirma Luiz Augusto Carneiro, superintendente-executivo do IESS. “No entanto, não resta dúvida de que o crescimento de 2,5% deve ser celebrado já que o PIB de 2014 deve ter fechado próximo de 0%”, analisa.

Já os planos coletivos por adesão também registraram crescimento no período de 12 meses: alta de 2,6%. Isso representou um acréscimo de 171 mil vínculos em todo o País. Em dezembro de 2014, em relação em relação a setembro de 2014, a alta foi de 1,4%.

O IESS também chama a atenção para o aumento do número de beneficiários de planos individuais. Em 2014, foram registrados 9,98 milhões de vínculos, um incremento de 0,9%. “Os planos individuais ainda têm uma participação importante, pois respondem por quase 20% de todos os vínculos dos planos de saúde médico-hospitalar”, observa Carneiro.

O boletim Saúde Suplementar em Números destaca ainda o crescimento dos beneficiários dos planos exclusivamente odontológicos. Ao término de 2014, foram registrados 21,41 milhões de vínculos, um crescimento de 5,6% em 12 meses, ou 1,13 milhão de beneficiários. Em dezembro de 2014, a expansão foi de 2,3% em comparação a setembro de 2014.

As informações do boletim Saúde Suplementar em Números se baseiam em dados do sistema da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que acabam de ser atualizados.

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Sobre o IESS

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma entidade sem fins lucrativos com o objetivo de promover e realizar estudos sobre saúde suplementar baseados em aspectos conceituais e técnicos que colaboram para a implementação de políticas e para a introdução de melhores práticas. O Instituto busca preparar o Brasil para enfrentar os desafios do financiamento à saúde, como também para aproveitar as imensas oportunidades e avanços no setor em benefício de todos que colaboram com a promoção da saúde e de todos os cidadãos. O IESS é uma referência nacional em estudos de saúde suplementar pela excelência técnica e independência, pela produção de estatísticas, propostas de políticas e a promoção de debates que levem à sustentabilidade da saúde suplementar.

Por: Raphael Ferrari

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Em conformidade com o estilo democrático do governo federal, o ministro da saúde, Arthur Chioro, conversou com internautas e respondeu a vários questionamentos; em particular, aqueles envolvendo os planos de saúde no Pais.

Veja a entrevista completa clicando no vídeo.

A partir dos 7min e 15seg, o mediador entra na questão que mais interessa ao leitor do Blog, a ausência dos planos individuais no mercado.

Uma tentativa de regulamentação sobre as inscrições no SCPC/SERASA

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Artigo

6.fev.2015

por, Caio Cesar Figueiroa

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Tema sempre em pauta e um tanto quanto rebatido, mormente neste mercado tão peculiar que trata dos planos de saúde, refere-se aos sistemas de bancos de dados de proteção ao crédito, vulgos SCPC e SERASA.

Conforme já aludido em artigos anteriores (vide “Inscrição do nome do contratante de planos de saúde nos cadastros de proteção ao crédito em razão de inadimplência” por Paulo Victor Barchi Losinskas), “o responsável pelo pagamento do valor mensal do plano que não cumprir com sua obrigação, poderá ter seu nome negativado junto aos órgãos de proteção ao crédito”.

E isso sem dúvida em decorrência de previsão legal estatuída pelo Código de Defesa do Consumidor (art. 43 e ss.) que aborda amplamente sobre o funcionamento destes bancos de dados além de delimitar até que ponto os cadastros terão ingerência sobre o histórico das relações pessoais de consumo e crédito, os famosos scores.

Não obstante a lei consumerista tenha garantido o direito de prévia notificação antes da “negativação” ou retificação de registros, o legislador federal falou muito pouco sobre uma ferramenta que, hodiernamente, é utilizada como meio de impingir o cliente a saldar imediatamente seus débitos, ainda que tais débitos estejam equivocados, prescritos ou até mesmo sequer tenham existido, gerando verdadeiro caos.

Em decorrência deste cenário, e com base numa tendenciosa corrente formada por reiteradas decisões liminares proferidas pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, a Assembleia Legislativa do Estado bandeirante tomou frente expedindo a Lei 15.659, de 9 de janeiro de 2015. A lei regulamenta o sistema de inclusão e exclusão dos consumidores nos cadastros de proteção ao crédito no âmbito do Estado de São Paulo.

Antes de mais nada, é importante frisar que a competência para tratar de normas relativas ao consumidor é de natureza concorrente (art. 24, inciso VIII da Constituição Federal), isto é, compete à União estabelecer normas gerais, como é o caso do art. 43 do CDC, sem excluir a competência suplementar dos Estados.

Ponto fulcral da lei consiste em determinar que após a devida notificação, o consumidor terá o prazo mínimo de 15 (quinze) dias para que efetue a quitação do seu débito antes de ser efetivada a “negativação”. A lei sem dúvidas beneficiou o consumidor com esta dilação de 5 dias adicionais, vez que o regularmente praticado é o prazo de 10 dias.

No que tange a notificação, todavia, acreditamos que ela dificultou a eficácia da função instrumental da inscrição dos nomes dos consumidores inadimplentes. Isso porque exigiu que a notificação só terá validade se devidamente comprovada o seu recebimento, mediante protocolo de Aviso de Recebimento (AR) assinado. Ora, não há dúvidas quanto a este ponto que boa parte dos inadimplentes se utilizarão dos mais diversos subterfúgios para que o protocolo seja devolvido assinado. Neste ponto, a lei disse mais do que devia e em decorrência disso certamente será objeto de ações questionando a seu conteúdo.

Além do potencial risco para que o devedor use da prerrogativa de não assinar o AR e, assim, inviabilizar a inclusão do registro de débito, estimulando a inadimplência e impactando negativamente os processos de análise e aprovação, e na efetividade da recuperação de crédito, é de se apontar ainda a consequência desta exigência: morosidade no reconhecimento do registro como passível de ser exibido pelo SCPC e outros bancos de dados similares, em função dos processos de coleta de assinatura do destinatário e retroalimentação dessa confirmação pelos Correios.

Além disso, a lei detalha o procedimento da hipótese de inscrição indevida, isto é, quando o consumidor tem seu nome inscrito pelas hipóteses sobreditas (erro, prescrição ou inexistência), sendo que neste caso, a empresa responsável terá até 2 (dois) dias úteis para retirar os dados cadastrais indevidos.

Ainda que cheia de boas intenções, como podemos ver, a sucinta legislação certamente causará reação do empresariado a fim de viabilizar o apriorístico instrumento de coação para recuperação de créditos. Enquanto a lei não tiver sua eficácia suspensa, consumidores, fiquem atentos!
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Caio Cesar Figueiroa – é advogado, graduado pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (FDSBC), pós-graduando em Direito Administrativo e Econômico pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (Direito GV). É integrante do escritório Losinskas, Barchi Muniz Advogados Associados – www.lbmadvogados.com.br – e também escreve no Blog às sextas-feiras.

O Pessoa Física vem aí?

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Rola na Mídia

5.fev.2015

Uma notícia da Folha de São Paulo de hoje aponta que o governo quer mais oferta do plano individual. Segundo reportagem, o Ministério da Saúde vai anunciar, até o próximo semestre, um pacote de medidas para mudar o modelo de atendimento e reorganizar o setor de planos de saúde no País. A medida atinge cerca de 50 milhões de brasileiros.

(…)”Após o que ocorreu no setor de educação, existe um potencial de desregulamentação dos planos individuais. Receio e incertezas no mercado geram venda do ativo que pode sofrer ainda mais”, disse o estrategista-chefe da XP Investimentos, Celso Plácido.

Fonte: InfoMoney


São Paulo
– Neste sábado (31), último dia do primeiro mês do ano, o sol disputou espaço com as nuvens e o dia, apesar de instável, foi de calor e alegria no recanto escolhido pela Geia para o congraçamento dos seus corretores e colaboradores.

O sítio, encravado em uma remota área montanhosa da região de Cotia, ofereceu a infraestrutura necessária para um encontro durante o qual a alegria, a descontração, o lazer e a informalidade,  aproximasse ainda mais aqueles com quem a administradora mantém relacionamento comercial, por vezes, à distância.

Alguns preferiram uma conversa mais reservada, em um dos quiosques que integravam a estrutura do jardim; outros sentaram-se à mesa, como uma grande família; outros ainda preferiram se jogar na piscina, enquanto eram observados por um atento profissional especializado em salvar vidas.

Apesar de o momento ser de lazer e de descontração, não perdemos a oportunidade de trabalhar e convidamos Sandra Maria, presidenta do Grupo Geia, que ao lado de Paulo Costa, consultor de projetos,  concedeu a seguinte entrevista.

Blog do Corretor:
Como foi o ano de 2014 para a Géia?

Sandra Maria:
Razoável(!) Nós tivemos algumas situações… Nós não atingimos o objetivo que propusemos em 2014 para entrega em 2015. Acredito que nós fizemos a lição de casa, corrigimos os nossos caminhos, temos novas pessoas integrando a equipe, buscamos cada vez mais aproximar o corretor da marca Geia, estamos promovendo mais algumas ações internas que nos direciona novamente para os nossos objetivos. Agora está ficando bom e vai ficar melhor.

Blog do Corretor:
E o que você espera para o ano de 2015?

Sandra Maria:

Olha, tudo aquilo que a gente sempre quis ter: muita seriedade, muito trabalho, muita parceria, uma venda com qualidade e que o nosso crescimento continue sendo sustentável. Nós iríamos lançar em 2014 (sic), um processo que nós chamamos de Selo Qualidade Géia. Esta foi uma das nossas frustrações, mas já retomamos em 2015, porque não se pode nesse mercado trabalhar sem uma [inaudível]. Eu costumo dizer para todas as pessoas que trabalham conosco, que através de cada proposta (sic) que entra, tem uma família. Tem pessoas que estão depositando confiança em nós. Nós tivemos muitas situações em que essas pessoas não estavam sendo respeitadas. E na própria forma de trazê-los para dentro da nossa casa. Não estava correta. E nós precisamos nos realinhar para vender muito, mas que essas pessoas [clientes] venham sabendo exatamente o que elas têm, o que elas compraram, que elas fiquem satisfeitas e que nós possamos crescer com sustentabilidade. É esta a nossa meta. E hoje nós estamos com uma equipe muito boa, temos muita gente boa no Canal de Vendas, que trabalha conosco e que eu tenho certeza de que nesta nova linha estarão conosco.

Blog do Corretor:
Alguma nova contratação na Géia?

Sandra Maria:
Sim, aqui o Paulo [apontando para Paulo], o Alberto, que não pôde estar presente hoje, são pessoas que respondem pela área de projetos da nossa empresa, área comercial e área de gestão de saúde, integradas. São pessoas extremamente competentes, que não vêm do mercado de venda, mas vêm do trabalho junto às operadoras e estão conseguindo trazer exatamente aquilo que a empresa precisa: qualidade, segurança, agilidade, desenvolvimento de ferramenta… para que a gente consiga atingir os nossos objetivos a partir de 2015.

Blog do Corretor:
Com relação ao crescimento da carteira de clientes da Géia, você pode revelar números?

Sandra Maria:
Então, nós não crescemos em 2014. E por isso nós tivemos em 2014. E por isso… na verdade, nós recuamos um pouco. Até porque não era daquela forma que a gente queria. Havia números, havia entrada, mas não era da forma que nós precisávamos e nem da forma que as seguradoras, operadoras e as pessoas precisam. Foi necessário rever tudo. Formato, treinamento, comprometimento, visão de qualidade, tudo. E esta lição nós fizemos.

Blog do Corretor:
Então, agora…

Sandra Maria:

Agora nós vamos. Mais tarde eu te falo, “Crescemos xis”. Você sabe que alguns projetos em 2014 deixaram de existir porque foram necessários. Foram necessários, para o Grupo ficar mais forte (sic).

Blog do Corretor:

E com relação às campanhas de vendas, a Géia continua resistente ao “vendeu levou”? [Referência às campanhas com prêmios em dinheiro]

Sandra Maria:
O que a gente pode fazer são campanhas que estão dentro do processo financeiro.

Blog do Corretor:
Para ser um sábado à tarde e um dia em que o sol e as nuvens disputam espaço, parece que aumentou o número de parceiros.

Sandra Maria:
Na verdade todos já são nossos parceiros. O que a gente queria aqui era trazer aquele que efetiva a venda. Dessa vez não foi um encontro muito sofisticado, mas sim num lugar em que eles ficassem muito à vontade.  E nós queríamos trazer aqui aquele que vai lá na casa do cliente e efetiva a venda.

Blog do Corretor:
E no projeto comercial, pilotado pelo Paulo e pelo Alberto, tem alguma coisa nova?

Sandra Maria:
[Fez-se alguns segundos de silêncio, e, após uma rápida troca de olhares, entre Sandra e Paulo a resposta]
Tem(!) A gente tem muita novidade em se tratando de ferramenta e tecnologia que vai melhorar o sistema.

[E Paulo intervém]
Paulo:
A Géia está considerando todas as etapas do processo. Além do comercial, o corretor em si e o corretor, também. Então, esse evento serve também para a gente sentir quais são os nossos parceiros, fortalecer essa parceria e passar o respaldo também para aqueles que nos trazem a venda de que todo processo interno e… quando ele vai até um possível beneficiário vender um plano de saúde, ele também leva uma perspectiva de que ele está oferecendo um produto de qualidade e o cliente está se filiando a uma administradora que preza pela sua permanência nos planos de saúde.

Blog do Corretor:
A Géia teve algum dos seus produtos suspensos pela ANS?

Sandra Maria:
Não(!) Todos os que a gente tem são comercializados normalmente. Hoje, somos talvez a mair carteira da Unimed Fesp

Paulo:
As operadoras, que têm produtos na nossa grade, pode, sim, ter tido algum problema com a ANS, mas, não, os produtos que são comercializados pela Géia.

Blog do Corretor:

Eu gostaria que, em poucas palavras, vocês mandassem um recado para os parceiros da Géia, para o mercado de um modo geral.

Paulo:
O que eu tenho para dizer aos nossos parceiros é que todas as expectativas que eles têm, com relação ao respaldo que Géia pode dar, criada pela demanda que o nossos corretores geram, eles vão ter. Não só após a entrega [do contrato], mas antes da entrega. Tudo que estamos pensando para a Géia é no processo como um todo. Até negociações com as operadoras para que possamos alcançar um produto ainda melhor. E nós queremos compartilhar essa melhoria com o Canal de Vendas. Este é o meu recado.

Blog do Corretor:
E o seu, Sandra?

Sandra Maria:
O que eu tenho para dizer ao mercado é que a nossa empresa continua com as mesmas características. Trabalhando muito, tentando levar para o mercado as melhores condições e crescer com sustentabilidade. Para o mercado em si, o que nós estamos organizando? A equipe comercial está treinando profissionais que serão Gestores de Contas. Ou seja, essas Corretoras hoje terão apoio interno de alguém personalizado para elas. Então, determinadas Corretoras responderão para uma única pessoa. Ou seja, apoio integral. Orientação, material, informações, campanhas… uma série de condições que vão permitir a tranquilidade dele. Como eu costumo dizer, nós não somos os maiores, mas lutamos muito para ser os melhores. Outra coisa que é muito importante eu falar para você: Nós tínhamos feito, há dois anos, a UniGéia [Nota do Blog: referência a um projeto de formação de corretores, modelo que vem sendo abraçado cada vez mais por outras Corretoras. Barela vem aí com um projeto nessa linha], você deve lembrar do UniGéia, então, nós não tivemos muito sucesso de adesão, porque nós começamos chamando todos os corretores e de repente isso causou uma certa preocupação para algumas pessoas como se nós tivéssemos uma estratégia diferente para o corretor deles. Não(!) A Géia não tem corretor entregando direto. Ela quer dar. A nossa intenção é melhorar a capacidade pessoal, profissional dessa pessoa para que ela possa evoluir nas suas [inaudível], independente quais sejam. E que a Corretora se fortaleça. Então nós vamos retomar esse projeto.

Blog do Corretor:
Eu agradeço muito o convite para estar aqui, agradeço aos dois pela entrevista, mas eu gostaria de finalizar mesmo com mais uma pergunta que me intriga.
A Géia é uma empresa que está firme e forte, desde o ano de 2000, há quinze anos atuando no mercado como administradora, se não crescendo, mas mantendo a sua carteira bem administrada, no entanto a empresa tem uma postura assim como… uma donzela muito refinada [risos], e pelo que me consta a Géia não tem inimigos, o mercado não a vê como ameaça. Você tem alguma fórmula para se manter num mercado tão competitivo sem agredir?

Sandra Maria:
[Risos] Nós não batemos de frente com ninguém. Nós queremos parceria. Aquele que está em paralelo conosco, desejamos sucesso. E tem espaço para todo mundo. Eu adoro trabalhar. Acordo cedo e não tenho hora para voltar para casa. Poderíamos estar muito maior? Poderíamos, sim. Recebemos ofertas financeiras maravilhosas, mas não é isso que nos move.

Blog do Corretor:
Então, eu espero que você continue assim, feliz; que a Géia continue a fazer pessoas felizes e o dinheiro continue sendo a consequência do trabalho maravilhoso que você, com sua equipe, vem fazendo.

Sandra Maria:
Eu não tenho dúvida disso. Muito obrigado.
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Promissor, produto odontológico movimenta o mercado

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Matéria

4.fev.2015

por, Silmar Batista

O Estado do Rio de Janeiro terminou 2014 com pouco mais de três milhões de clientes de planos odontológicos privados. Apesar do volume considerável, apenas 18,6% da população total, de 16,2 milhões de pessoas, possui atualmente uma assistência odontológica particular.

Os números poderiam ser melhores se o mercado não tivesse reduzido o ritmo dos negócios. De acordo com o último levantamento feito pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), fechado em setembro passado, de 2009 a 2014 o setor de assistência odontológica no Rio de Janeiro cresceu 71%. Entretanto, nos últimos dois anos, a expansão foi de apenas 5,88%.

“O mercado carioca vinha crescendo bastante, mas recentemente o setor começou a reduzir o ritmo, a ponto de registrar alta de apenas 0,59% nos primeiros nove meses do ano passado”, revela o Dr. Geraldo Almeida Lima, presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (SINOG). “O ano passado foi marcado pela estagnação econômica, com uma taxa de crescimento do PIB próxima de 0,15%. Além disso, a Copa do Mundo e a animosidade provocada pelas eleições presidenciais no Brasil colaboraram para que os resultados não fossem melhores.

Apesar dos números alarmantes, as operadoras de assistência odontológica seguem buscando novos negócios. O INPAO Dental, por exemplo, anunciou recentemente a conquista de contas importantes como a FedEx, OAB/RJ (Ordem dos Advogados do Brasil) e Grupo MPE (formado por diversas empresas de engenharia).

“Nem sempre conquistamos mercados novos. Às vezes somos chamados para substituir prestadores anteriores, o que pode configurar certa estagnação do setor. Porém, ainda assim, terminamos 2014 com expansão de quase 50% no número de beneficiários, um desempenho muito acima da média, com certeza“, comemora Claudio Aboud, diretor de Administração e Finanças.

O fraco desempenho do mercado afeta diretamente a saúde bucal dos brasileiros. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílios de 2011, promovida pelo IBGE, cerca de 22,5 milhões de pessoas nunca foram ao dentista, ou seja, 11,7% da população total. Além disto, oito milhões com mais de 30 anos já utilizam próteses, apenas 3,8% das crianças com cinco anos estão livres de cáries, 12,8% da população adulta com mais de 35 anos possui mais de 20 dentes, e três em cada quatro idosos não possuem nenhum dente.

Atualmente o Rio de Janeiro é o segundo Estado com maior porcentagem de beneficiários do país por habitante e também o segundo em volume. Com 3,020 milhões de pessoas atendidas, só perde para São Paulo, com 7,220 milhões de beneficiários nesse segmento. Em relação ao índice de cobertura da população, só fica atrás do Distrito Federal, já que 31,35% de seus moradores contam com algum tipo de assistência odontológica privada, a maior porcentagem de beneficiários do país por habitante.

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