Frase do Dia
Os tribunais não existem para fazer justiça, mas para nos dar uma oportunidade de lutar pela justiça!

Frank Galvin – personagem do filme “O Veredito”, interpretado por Paul Newman

Por esta você não esperava

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Prestação de Serviços

23.abr.2014

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Ficou curioso?
Tenha paciência!
Só podemos garantir que vai agradar, e muito, ao corretor!

Plano de Saúde ou Seguro de Saúde? Entenda as principais diferenças

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Artigo

23.abr.2014

O sistema de saúde no Brasil é de responsabilidade do Estado que com os parcos investimentos do setor não consegue dar cobertura às reais necessidades da população.
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Como forma de amenizar os efeitos devastadores da falta de investimentos na área, o governo delega a terceiros, empresas do setor privado, a prestação destes serviços, facultando-lhes a possibilidade de oferecer ao cidadão, de forma suplementar, a contratação de planos ou seguros de saúde.
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Em sua natureza jurídica, tanto o plano quanto o seguro de saúde, são contratos formais, regidos por leis específicas e submetidos ao regramento delineado pelas relações de consumo e civis, subsidiariamente, nos quais o principal objetivo é a prestação de serviços de saúde pela iniciativa privada, através dos quais, mediante o pagamento de prestações ou de prêmios mensais, o contratante ou segurado obtém como contraprestação a utilização de serviços médicos.
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Pode-se afirmar que duas das grandes diferenças entre os dois tipos de contratos residem, basicamente, em sua abrangência ou operacionalidade e na vinculação a diferentes agências de fiscalização, entenda melhor:

Planos de Saúde

Quem associa-se ou contrata um plano de saúde, adquire o direito de utilização de uma rede credenciada de atendimento, onde a assistência médica será prestada por profissionais, estabelecimentos hospitalares, laboratoriais e clínicos próprios ou exclusivamente credenciados pela operadora contratada para este fim, mediante o pagamento de prestações mensais.
As operadoras dos planos de saúde adotam o sistema de pré-pagamento. Desta maneira, o contratante paga uma prestação mensal e, em contrapartida, obtém o direito ao atendimento médico-hospitalar quando necessário, de acordo com o contrato firmado.

Normalmente as operadoras de planos de saúde ao fecharem o contrato com o cliente já lhe fornecem um periódico contendo os dados da rede credenciada que deve ser utilizada.
Pode-se afirmar, pelo menos em tese, que nos planos de saúde os riscos dos custos das intervenções são de responsabilidade das operadoras e não do contratante, isto porque não existe a possibilidade da contratação de profissionais ou estabelecimentos de saúde que não façam parte da rede indicada, o que minimiza os riscos operacionais.
Esta menor flexibilização da rede de atendimento contribui, muitas das vezes, para um menor custo das mensalidades dos planos de saúde em relação àquele praticado pelas operadoras dos seguros de saúde.

A segunda diferença importante diz respeito à fiscalização que no caso dos planos de saúde é exercida pela Agência Nacional de Saúde (ANS), responsável pelo atendimento de contratantes que eventualmente tenham problemas com as operadoras.

Seguros de Saúde

Os seguros de saúde são modalidade de contrato de prestação de serviços mais abrangente que os planos de saúde, isto porque o contratante ou segurado, além de dispor de uma rede credenciada de atendimento, como no caso daqueles, ainda pode optar pelo atendimento fora desta rede, ou seja, lhe é facultada a livre escolha de profissionais e estabelecimentos médico-hospitalares.

Deve-se lembrar que o seguro de saúde é, essencialmente, contrato de seguro onde os principais elementos são a livre escolha do segurado e o risco por ele assumido, razão pela qual, normalmente, têm valores de prêmios mais elevados.

Entenda-se por prêmio, a contraprestação paga pelo segurado à seguradora, para ter direito à utilização dos serviços prestados. Trata-se, assim, de modo de dividir entre os “associados” os riscos de cada grupo, assim, a mensalidade, ou prêmio pago pelo segurado equivale, em parte, ao risco dos custos dos tratamentos de cada participante do grupo.

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Ao optar pelo uso de profissionais ou estabelecimentos médicos não relacionados na rede referenciada, o segurado normalmente deverá arcar previamente com o pagamento das despesas havidas, para somente então, reavê-las das seguradoras de saúde, através de reembolso, mediante o cumprimento das condições e documentos exigidos.

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Importante lembrar que as seguradoras de saúde costumam trabalhar com tabelas de reembolso,  normalmente disponibilizadas aos segurados de modo que, nem sempre, o  reembolso das despesas será o total gasto pelo segurado.

As operadoras dos seguros de saúde, diferentemente das operadoras dos planos de saúde, em razão da natureza jurídica dos contratos que celebra, são fiscalizados pela SUSEP – Superintendência de Seguros Privados.

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MARIA VALÉRIA MIELOTTI CARAFIZI é advogada sócia da Mariz de Oliveira & Mielotti Carafizi Sociedade de Advogados, conselheira na ASAS – Associação das Advogadas, Estagiárias e Acadêmicas de Direito do Estado de São Paulo, Consultora Jurídica na Revista Viva Mais da Editora Abril e Colunista nos sites: www.marizcarafizi.com.br e www.imagempessoal.band.uol.com.br e escreve no Blog do Corretor sempre na penúltima terça-feira de cada mês. Hoje, em função do feriado, publicamos sua coluna nesta quarta, excepcionalmente.

Sinal dos tempos

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Feijão com arroz

22.abr.2014


Num dia qualquer da semana que passou…
Toca o celular:

- Alô!

- Boa tarde, é o Emmanuel quem está falando? – Pergunta a voz do outro lado da linha.

- Sim, quem é? – Respondo perguntando também.

- É Fulana de Tal da Corretora Xis.

- Olá, Fulana de Tal, como vai?

- Tudo bem, você ainda trabalha com planos de saúde, Emmanuel?

[Na dúvida, pensando se tratar de uma cliente antiga, respondi:]

- Bem, é da Corretora Xis que comercializa planos de saúde?

- Sim! – Respondeu a minha interlocutora.

- Bom, atuo e não atuo. Agora eu me dedico somente ao Blog do Corretor e ao Programa Segura Brasil. E já faz algum tempo.

- Ah, você é o Emmanuel do Blog!!! Desculpe-me!

[Mantivemos a conversa, agora em outro tom. Recebi cumprimentos pelo nosso trabalho e encerramos por ali].

Desnecessário explicar que a gerente estava a fazer um telemarketing básico. Não em busca de clientes, mas a procura de uma “espécie” que, a exemplo das empregadas domésticas, está ficando rara: corretores de planos de saúde para atuar na Corretora em que trabalha.

Na mesma semana recebi o telefonema de uma “corretora” com quem já trabalhei no passado, me informando que continua corretora, mas…  de imóveis.

Sinal dos tempos?

E por falar em tempo, falta pouco (tempo) para a publicação de uma entrevista bombástica.

Aguardem!

Informação e Poder

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Por Dentro da Política

20.abr.2014

Uma notícia boa e uma ruim para Dilma Rousseff.

Primeiro a boa: nova pesquisa Vox Populi/Carta Capital divulgada nesta quarta-feira mostra a presidente ainda na liderança folgada da corrida presidencial, com 40% dos eleitores, enquanto seus adversários juntos somam 26% das intenções de voto, o que lhe daria a vitória no primeiro turno.

A ruim: este cenário eleitoral estável, em que Dilma caiu um ponto, assim como Aécio Neves (de 17% em fevereiro para 16%) e Eduardo Campos subiu dois (de 6% para 8%) vai ativar ainda mais a guerra midiática desencadeada pela oposição partidária e empresarial para impedir a qualquer custo a reeleição da presidente petista, que permitiria ao PT ficar 16 anos no poder.

Posso imaginar a cara dos barões e seus editores, comentaristas, colunistas e blogueiros na próxima reunião do Instituto Millenium, um olhando para o outro, e se perguntando: onde foi que nós erramos?

Após o bombardeio das últimas semanas, em torno da Petrobras e do noticiário negativo na economia, era grande a torcida deles para que na primeira pesquisa publicada a presidente Dilma desabasse e seus adversários disparassem na tabela das intenções de votos. Esta pesquisa Vox Populi, que praticamente manteve inalteradas as tendências do levantamento de fevereiro, foi um balde de água fria naqueles que buscam diversas formas alternativas, fora das urnas, para retomar o poder perdido em 2002.

O Plano A era formado pelas denúncias contra a Petrobras, por conta da compra da usina de Pasadena, nos Estados Unidos, um mau negócio feito oito anos atrás. Com a criação de uma CPI, queriam responsabilizar diretamente a presidente Dilma pelos prejuízos, mas até agora esta operação não surtiu o efeito desejado.

O Plano B já está em marcha, com a promoção dos “protestos pacíficos” que se repetem pelo país afora, seguindo um calendário pré-estabelecido, para criar um clima de descontrole nas ruas tomadas por vândalos do insano movimento “Não Vamos Ter Copa”. Sim, vamos ter Copa, mas eles não se conformam, e já programam novas manifestações que acabam em atos de violência e prisões (por falar nisso, ao contrário do que aconteceu das outras vezes, quatro dos 54 “protestantes” presos pela polícia na terça-feira continuavam detidos até ontem).

O Plano C foi para as ruas esta semana com a nova greve dos policiais de Salvador, uma das cidades-sede da Copa, que levaram a saques e à convocação de tropas do Exército. A greve é comandada pelo ex-soldado da PM Marco Prisco, o mesmo da greve de 2002 (também ano eleitoral), que depois se elegeu vereador pelo PSDB de Aécio Neves. Outra liderança dos policiais é o deputado estadual Capitão Tadeu, do PSB de Eduardo Campos, agora candidato a federal. É preciso acrescentar mais alguma coisa?

A “Folha”, que já criou o “protestômetro”, informa que outras 16 categorias profissionais querem aproveitar o calendário da Copa para tentar conseguir aumentos acima da inflação e ampliar direitos trabalhistas”. Ou seja, estão preparando novas greves.

Bem, se nada disso der certo, e as pesquisas teimaram em mostrar Dilma bem à frente dos outros, restará apenas uma última alternativa para as oposições partidárias-midiático-financeiras: marchar novamente para o Supremo Tribunal Federal e pedir o adiamento das eleições por “falta de clima” _ exatamente o clima de instabilidade que se está querendo criar com os planos relatados acima.

Como não sou dono da verdade, gostaria de saber o que os eleitores/leitores pensam de tudo isso.
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Ricardo Kotscho, 66, iniciou a carreira no jornalismo aos 16 anos no jornal Folha Santamarense. Depois, passou pelas redações dos jornais O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, das revistas Isto É, Época e, na televisão, pela TV Globo, CNT, SBT e Rede Bandeirantes. Atualmente é comentarista do Jornal da Record News e repórter especial da Revista Brasileiros.

Vendendo para poder comprar

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Rola na Mídia

17.abr.2014

Em acordo com o Cade para aprovação de aquisições, Qualicorp precisará criar nova empresa para, em seguida, vendê-la
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O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou com ressalvas três aquisições da Qualicorp. A primeira foi a compra de 60% do capital social da Aliança Administração de Benefícios e da GA Consultoria, enquanto a segunda foi a aquisição da carteira de clientes da Afinidade Administradora e da Equilibrar Corretora. Por último, a compra das sociedades integrantes do Grupo Padrão.

A aprovação das operações pelo órgão foi condicionada à assinatura de um termo de compromisso de desempenho (TCD), em que a Qualicorp se compromete a alienar parte da carteira de clientes. A alienação será feita em três etapas.

A empresa deverá criar e registrar uma nova administradora de benefícios na ANS, depois estruturar uma carteira contendo pelo menos 140 mil clientes no segmento de planos coletivos por adesão. Por fim, a nova administradora deverá ser vendida para um concorrente ou entrante no mercado de administração de benefícios de saúde. O prazo para cumprimento das etapas do TCD é confidencial.

De acordo com a conselheira relatora, Ana Frazão, a transferência de parte da carteira de clientes dos planos coletivos por adesão da Qualicorp para um concorrente ou entrante permitirá estimular e dinamizar a rivalidade no mercado, extremamente concentrado antes mesmo das aquisições realizadas pela empresa. Para ela, a solução consensual, além de facilitar o acompanhamento pelo Cade, só se mostrou possível em razão da disposição da Qualicorp de assumir a estruturação e execução da medida.

Fonte: Saúde Web

Divicom senta à mesa com o Blog

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Feijão com arroz

16.abr.2014

Danilo Sete – Coordenador de Marketing da Divicom – Administradora de Benefícios


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A Divicom, até bem pouco tempo atrás, tinha o seu trabalho de marketing desenvolvido por uma agência terceirizada.

Não é mais assim.

Agora, uma Equipe de Criação, formada por quatro publicitários, se revezam na criação de ideias para projetar ainda mais as ações da administradora por onde passou nomes como: Leonardo Guerreiro, João Drumond, Maurício Santos, Alexandre Coelho, entre outros “feras”.

Danilo Sete, 31, coordenador da Equipe de Criação, é o mais novo contratado da Divicom. “Eu não era do mercado de planos de saúde. Estou somente há dois meses na área e por isso achei interessante uma aproximação com o Blog, hoje, uma referência para o mercado. Consulto o Blog todos os dias”, confessa.

Nesta terça-feira (16), o Blog esteve em reunião com Danilo Sete (Coordenador de Marketing) e Marcelo Saviani, (Diretor Comercial).

Os resultados dessa aproximação, surgirão conforme a passagem do “Senhor da Razão” – o tempo.

Hoje tem espetáculo?

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Festas

15.abr.2014

Tem sim senhor!

Mas não é para qualquer um.

É somente para os craques.

É na verdade um “Encontro de Craques”.

O convite circulou de última hora, assim como quem não quer… querendo.

Econômico na quantidade e seletivo na distribuição, o convite pretende reunir “os melhores de São Paulo” para uma “goleada de prêmios”.

Até aí, tudo bem.

O que não ficou explicado foi o fato de o convite sair assim… em cima da hora.

No dia do evento!

E para poucos.

Será que foi por isso que choveu em São Paulo?

A represa da Cantareira voltará ao seu nível normal?

Bendita Amil!

Perdão bilionário

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Rola na Mídia

15.abr.2014

O Conselho Federal de Medicina (CFM) emitiu, nesta sexta-feira, nota solicitando a derrubada, pelo Senado Federal, de emenda à Medida Provisória 627 que perdoa uma dívida de aproximadamente R$ 2 bilhões das operadoras de planos de saúde.

A anistia já aprovada pela Câmara dos Deputados beneficia, de acordo com o CFM, somente as empresas de saúde suplementar – privilegiando o lucro das operadoras em detrimento à assistência de mais de 50 milhões de brasileiros que têm plano de saúde. O montante passível de perdão seria útil, inclusive, para sanar problemas de hospitais e postos de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).

O texto apresentado pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) limita ainda o número de multas que as operadoras de planos poderão pagar, o que facilita a ocorrência de abusos que prejudicam pacientes, familiares e profissionais encarregados do atendimento. O suposto apoio da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ao perdão da dívida bilionária também é repudiado pelo CFM, que solicita rigorosa apuração – visto que a agência é responsável pelo controle regulador do setor.

Há expectativa de que a emenda passe por votação no Senado Federal até o dia 21 de abril.


Seg Notícias

Dança das Cadeiras

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Dança das Cadeiras

14.abr.2014

Há alguns anos, a Casa do Corretor vem fazendo reformas em sua estrutura. Algumas voluntárias; outras, nem tanto.

“A Casa parou no tempo”, confessou-me uma “moradora” da casa mais famosa da Pedro Américo, inconformada com a falta de investimentos e a promessa de fechamento do 11º andar.

Não se sabe com certeza qual a verdadeira intenção dos irmãos Toni, mas parece que se trata de uma estratégia e a ordem do dia é: enxugar. Como fez a Barela.

Nesta semana, segundo nos revelou uma fonte, duas famosas gerentes estariam ensaiando os primeiros passos da Dança das Cadeiras.

Adrilene, cuja equipe vendia entre R$ 40 mil e R$ 60 mil/mês, encerraria, hoje, segunda-feira (14), suas atividades na Casa.

Amanhã, terça-feira (15), seria a vez da gerente Márcia Gomes, cuja equipe, segundo informações, produz, em média, R$ 100 mil/mês.

E mais uma vez o fenômeno se repete: nenhuma das duas gerentes estariam com endereços confirmados para assumir a mesma função em novo emprego, como acontecia em outros tempos.

Márcia Gomes, estaria decidida a voltar a vender; Adrilene, por outro lado, ainda está indecisa.

Seja como for, uma coisa é certa: este movimento está inserindo no mercado, uma boa safra de vendedores. Estes irão substituir aqueles que não querem se profissionalizar.

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