Frase do Dia

É com prazer e satisfação que todos os dias entro no seu site, pois consigo visualizar todas as informações do que está acontecendo no mercado e sei que posso confiar no seu site. Quero parabenizá-lo, você e sua Equipe, pelo grande trabalho. Um grande abraço e parabéns!

Elena Mitico – Endo Corretora de Seguros – em e-email enviado ao Blog

BRASÍLIA – A nomeação do médico José Carlos de Souza Abrahão para a diretoria da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) será questionada na Comissão de Ética Pública da Presidência da República.
O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) vai encaminhar até a próxima semana o pedido de afastamento do diretor, por causa de sua forte ligação com operadoras de saúde. “O conflito de interesses está claro”, argumenta o professor da Universidade de São Paulo (USP) e integrante do conselho diretor do Idec, Mário Scheffer.

Até a indicação de seu nome para a ANS, Abrahão ocupava a presidência da Confederação Nacional de Saúde de Hospitais, Estabelecimentos e Serviços, entidade que representa hospitais e outros serviços de atendimento do setor – incluindo planos de saúde. Abrahão também foi diretor presidente da Assim Assistência Médica, empresa de planos de saúde.

Nesta terça-feira, 13, o Conselho Nacional de Saúde divulgou uma nota de repúdio à indicação de Abrahão. No texto, o colegiado argumenta que a presença do médico na diretoria é incompatível com o princípio de eficiência da administração pública porque “antes mesmo de tomar posse, já estaria impedido de votar nos processos administrativos envolvendo temas prioritários na fiscalização da ANS”.

O conselho não é o único a se manifestar contrariamente à indicação de Abrahão. Na semana que antecedeu a sabatina do médico no Senado, Instituto de Defesa do Consumidor, Associação Brasileira de Saúde Coletiva e Centro Brasileiro de Estudos da Saúde enviaram carta a parlamentares afirmando que, diante do currículo, o nome de Abrahão não era o mais indicado. As entidades destacaram o fato de o médico, quando estava à frente da confederação, posicionar-se abertamente contra o ressarcimento de planos de saúde ao Sistema Único de Saúde (SUS) – uma forma de compensação que operadoras são obrigadas a pagar todas as vezes em que seus associados são atendidos na rede pública.

Entre atribuições de diretores da ANS está participar de julgamentos de recursos de ressarcimento. “Algumas sessões chegam a apresentar 90 processos desses”, completou Scheffer.

Demissão. No ano passado, o diretor da ANS Elano Figueiredo pediu demissão, após a Comissão de Ética Pública da Presidência decidir recomendar sua exoneração. O Estado revelou que Figueiredo omitiu de seu currículo a atuação em favor de planos de assistência médica em processos contra a ANS.

Lígia Formenti – Agência Estado

A farsa de um julgamento midiático

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Por Dentro da Política

18.mai.2014

Se você, caro leitor, ainda acredita na tese de que o julgamento da Ação Penal 470 foi estritamente técnico, pense no caso de Simone Vasconcelos, ex-gerente financeira de uma agência de publicidade de Marcos Valério. Ou em Vinícius Samarane, um funcionário de segundo escalão do Banco Rural. Esqueça, por um momento, os nomes de réus notórios, como José Dirceu, José Genoino e Roberto Jefferson. Tente agora responder, com franqueza e honestidade intelectual: por que, afinal, Simone e Vinícius estão presos, como se fossem bandidos de alta periculosidade?

Ambos são personagens mequetrefes da engrenagem que ficou conhecida como “mensalão”. Não têm qualquer glamour, mas foram incluídos, na peça inicial de acusação, como integrantes do núcleo financeiro da “quadrilha”. Evidentemente, nenhum deles desfruta do foro privilegiado. No entanto, foram julgados diretamente pelo Supremo Tribunal Federal, justamente por terem sido considerados parte de uma quadrilha, uma organização criminosa indissociável.

Ocorre, no entanto, que o Brasil, signatário do Pacto de San José, da Costa Rica, concede a todo e qualquer cidadão o duplo grau de jurisdição. O que significa que ninguém pode ser condenado em definitivo sem, ao menos, uma possibilidade de recurso a uma instância superior. Isso vale para assassinos, traficantes, estupradores, pedófilos, terroristas e políticos procurados pela Interpol, como Paulo Maluf, mas não valeu para Simone e Vinícius, assim como para vários outros réus.

Qual é a explicação? Ah, eles faziam parte de uma “quadrilha”. Ocorre, no entanto, que o crime de quadrilha foi derrubado pelo próprio Supremo Tribunal Federal na votação dos embargos. Ou seja: a acusação desmoronou, mas as penas estão sendo cumpridas por dois cidadãos brasileiros – privados de um direito essencial – como se a tese ainda permanecesse de pé. E não apenas pelos dois, mas por vários outros condenados sem foro privilegiado, como Kátia Rabello, José Roberto Salgado, Marcos Valério e até José Dirceu.

Considere, então, apenas por hipótese, que o argumento da quadrilha tenha alguma validade. Por que o chamado “mensalão” petista foi classificado desta maneira, ao contrário do “mensalão” tucano, organizado pelos mesmos personagens? Graças a essa diferença conceitual, o ex-governador de Minas Gerais, Eduardo Azeredo, que tinha o foro privilegiado, ao contrário de Simone e Vinícius, pôde retornar à primeira instância – o que fará com que seu caso prescreva antes que complete 70 anos. Seu “mensalão”, ao contrário do que envolvia o PT, chegou fatiado ao STF. Enquanto réus sem foro privilegiado, como Walfrido dos Mares Guia e o tesoureiro Claudio Mourão caíram em primeira instância, beneficiando-se assim da prescrição, Azeredo subiu ao STF. Mas sua renúncia ao mandato parlamentar, numa explícita fuga da espada suprema, garantiu a ele o duplo grau de jurisdição – benefício negado aos personagens mequetrefes da Ação Penal 470.

Se esse argumento ainda não lhe convenceu de que a Ação Penal 470 foi um julgamento político, pense então no porquê da quadrilha ter sido montada com 40 personagens pelo então procurador-geral Antonio Fernando de Souza, em sua denúncia original. Não terá sido para alimentar a mítica imagem de que o Brasil era governador por um Ali Babá e seus 40 ladrões, tema, aliás, de capa de uma notória revista semanal? Por que não 37, 38, 39, 41, 42 ou 43? Afinal, outros personagens, inclusive o atual prefeito de uma grande capital, que sacou R$ 3 milhões do chamado “valerioduto”, foram deixados de fora da denúncia. Qual é a explicação?

Não há explicação, assim como não há justificativa para que o caso seja tratado como “mensalão”, palavra que pressupõe a existência de uma mesada, ou de pagamentos regulares a parlamentares. Todas as perícias realizadas por órgãos técnicos e pela própria Polícia Federal comprovam que os saques no Banco Rural foram realizados uma única vez. Ou seja: serviram para pagar dívidas de campanha de políticos do PT e da base aliada. Foi um caso típico de caixa dois eleitoral – o que, obviamente, não elimina sua gravidade. Apenas não foi “mensalão”. E o mais engraçado é que o próprio criador da palavra, Roberto Jefferson, admitiu, publicamente, que se tratava apenas de uma figura retórica.

Passemos, então, aos casos concretos. Por que João Paulo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados, está condenado e preso por peculato, acusado de desviar verbas de publicidade da Câmara dos Deputados, se todos os recursos desembolsados pela casa foram efetivamente transferidos para o caixa de empresas de comunicação, como Globo, Folha e Abril, conforme atestam diversas perícias? E se alguma dessas empresas bonificou agências de publicidade, o fez seguindo suas políticas internas.

Como acreditar, então, no desvio milionário de verbas do Banco do Brasil, se as campanhas de publicidade da Visanet – uma empresa privada, diga-se de passagem – foram efetivamente realizadas e comprovadas? Pela lógica, é impossível que R$ 170 milhões tenham sido desviados para os cofres do mensalão e, ao mesmo tempo, transferidos para veículos de comunicação que executaram as campanhas da Visanet.

Afora isso, e o caso de José Dirceu, condenado sem provas, segundo juristas à esquerda, como Celso Bandeira de Mello, e à direita, como Ives Gandra Martins? Ou condenado por uma teoria, a do “domínio do fato”, renegada por seu próprio criador, o jurista alemão Claus Roxin. Como explicar sua condenação sem admitir a hipótese levantada pelo ex-presidente Lula de que a Ação Penal 470 foi, sim, um julgamento político?

Não apenas político, mas construído com um calendário feito sob medida para sincronizá-lo com as eleições municipais de 2012. E transformado em espetáculo midiático por grupos de comunicação que têm uma agenda política intensa, mas não declarada. Uma agenda que pode ser sintetizada no objetivo comum de desmoralizar e criminalizar um partido político que, a despeito dos ataques de adversários e dos seus próprios erros internos, ainda representa os anseios de uma parte considerável da sociedade brasileira.

Aliás, na nota em que afirma que as declarações de Lula merecem “repúdio” da sociedade, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, exalta o fato de as sessões terem sido transmitidas ao vivo, como num reality show. Foi exatamente essa mistura entre Justiça, da qual se espera sobriedade, e Big Brother que permitiu que o julgamento se tornasse ainda menos técnico – e mais político. Aos ministros, transformados em astros de novela, o que mais interessava era estar bem na foto – ou escapar da faca no pescoço apontada por colunistas supostamente independentes.

Prova cabal disso foi o que aconteceu com Celso de Mello, às vésperas de definição sobre se deveria aceitar ou não os embargos infringentes. Seu voto foi adiado, numa chicana conduzida pelo próprio presidente da corte, para que revistas semanais pudessem pressioná-lo antes do voto decisivo – uma pressão, registre-se, que, no caso do decano, resultou infrutífera.

Se não bastassem os abusos do processo em si, como entender então o realismo fantástico da execução penal, que transformou o presidente do Supremo Tribunal Federal em carcereiro-mor da Nação? Sim, Joaquim Barbosa chamou para si todos os passos da execução das penas. E escolheu o mais notório dos réus, o ex-ministro José Dirceu, como objeto de sua vingança. Mantê-lo preso, em regime fechado, e impedindo-o de exercer o direito ao trabalho, contrariando a decisão do próprio plenário da corte, bem como a recomendação do Ministério Público Federal, é uma decisão técnica ou política? Se for técnica, que Joaquim Barbosa se digne a explicá-la à sociedade.

O fato concreto é: em Portugal, Lula disse uma verdade quase absoluta, mas nunca uma verdade doeu tanto na elite brasileira. Aliás, uma verdade que só não foi completa porque Lula errou na matemática. O julgamento da Ação Penal 470 foi 100% político. O que falta agora a Lula é se mostrar efetivamente solidário a seus companheiros, que, sim, eram e ainda são de sua confiança.

Leonardo Attuch

Um corretor que também Segura o Brasil

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Programa Segura Brasil

17.mai.2014

1º bloco

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2º bloco

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Mais Médicos e mais festas!

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Feijão com arroz

16.mai.2014

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A novata Prevquali vem se armando e convocando o seu exército para enfrentar a concorrência e garantir o seu espaço no mercado paulistano, depois de ter garantido o seu quinhão no Planalto Central.
No próximo dia 21 (quarta-feira), o Teatro Gazeta, na Av. Paulista, será palco do primeiro evento promovido pela administradora dirigida pelo veterano Zé Carlos, considerado “bom de briga”.
Um dos temas da programação, a “atração surpresa”, foi o que mais nos deixou curiosos.  Certamente, essa surpresa será boa para uns e para outros…
Bom, a gente vai saber isso no dia, pessoalmente.
Quanto às notícias de possível  fusão, ebulição, condensação ou vaporização da Prevquali, dizem, não passam de ti ti ti.
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DEVER DE CASA
Quem anda toda orgulhosa é a Ameplan.
Na recente lista divulgada pela ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar, em 14/05//14, na qual 161 planos de 36 operadoras foram suspensos, não consta a Ameplan e esta teve ainda o seu plano Executivo totalmente liberado para comercialização.
Kibom!

Dança das Cadeiras

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Dança das Cadeiras

15.mai.2014

Chega ao fim uma das mais famosas duplas do mercado de planos de saúde: Débora Oliveira e Luizinho.

Nesta segunda-feira, (12), ao retornar das merecidas férias, na função de Gerente Comercial do PME da Intermédica, Débora Oliveira, entregou o cargo a Tereza Frei.

Segundo o Blog apurou, a moça recebeu uma proposta tão desafiadora quanto irrecusável, mas estamos comprometidos com a nossa fonte em não revelar, ainda, o paradeiro de Débora.

Na próxima segunda-feira, informaremos o novo endereço onde a recente contratada vai atender.

Estamos convencidos de que a Débora sabe o quanto é importante, ao sair de uma empresa, deixar as portas abertas.

Aprendamos todos, com a moça!

Aniversariante do dia

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Aniversário

15.mai.2014

Hoje, a Unifocus fez uma pequena pausa em suas atividades para homenagear um de seus expoentes da área comercial.

Alexandre Coelho Santos, ainda em estado de graça, com o sucesso do Fest Unifocus, está fazendo aniversário e o Blog do Corretor se une a essa corrente e deseja-lhe o melhor:

Saúde, paz e muito sucesso!

Ainda a BR Insurance

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Feijão com arroz

15.mai.2014

A Brasil Insurance, holding que reúne Corretoras de seguros, anunciou recentemente a aquisição da I.S.M. Corretora de Seguros por um valor estimado em R$ 18 milhões, segundo fato relevante divulgado pela companhia. A I.S.M. é especializada em planos e seguros de saúde para empresas e seguros de transportes. Na compra, a BR Insurance vai pagar R$ 4,1 milhões inicialmente, que serão somadas a quatro parcelas calculadas em função do resultado futuro da I.S.M. Corretora.

Felipe Marques

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HÁ VAGAS
A Célebre Corretora, com 17 anos de atuação, segue ampliando a sua área comercial e, para tanto, continua recrutando e formando profissionais capacitados a atender o mercado de planos de saúde.
Para a área administrativa, a Célebre exige profissionais com experiência anterior em Corretoras de planos de saúde e curso superior ou incompleto. O candidato a esta vaga, deverá enviar seu currículo para: rh.clbr@gmail.com.

Para as vagas de corretores, a empresa inova requisitando somente profissionais sem experiência na área de planos de saúde; não tendo, portanto, atuado em nenhuma Corretora. Para estes, a Célebre oferece: carteira de clientes, especialização em seguros, treinamento, capacitação constante, probabilidades de ganhos reais, além da possibilidade de crescimento na empresa.
Os interessados deverão enviar seu currículo para: cvs.areacomecial@gmail.com
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JANTAR SOB A FIGUEIRA
Conforme  antecipamos aqui, será hoje, às 20h, o jantar que a Queridinha dos corretores vai oferecer aos proprietários de Corretoras no restaurante Figueira Rubaiyat. No prato principal, as novas ações que a Unimed Paulistana está implantando nessa nova fase de reestruturação.
A sobremesa, certamente será recheada de novos produtos em substituição àqueles que foram suspensos pela ANS.
O Blog estará presente. Prometemos revelar ao leitor o sabor do jantar, sem esquecer a sobremesa.

Ainda dependemos de uma confirmação oficial, mas segundo consta, já é dada como certa, uma festa para 600 corretores . Seria esta, a tesoura que vai cortar a fita que inaugurará a nova fase da Paulistana.

Tudo isso, antes da viagem a África!

Seguro é mesmo “só com corretor”?

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Feijão com arroz

14.mai.2014

No início desta semana, em conversa por telefone com um investidor do Rio de Janeiro, fomos informados de que a Sul América estaria negociando nos bastidores a distribuição dos seus produtos por intermédio de um canal que não seriam as Corretoras, mas um super banco. O Banco do Brasil.

As agências do banco, fundado no Século XVIII, por Dom João VI, acumulariam a função de super Corretoras com ponto de vendas em cada agência. Caso este processo seja levando adiante, o Sincor, a exemplo do que já faz com o Bradesco, na questão da venda casada, vai reclamar a parte que lhe cabe. “Seguro só com corretor de seguros”.

Ainda segundo o nosso interlocutor, o mercado investidor anda meio apreensivo com o mercado de planos de saúde, mesmo observando o interesse dos grandes grupos estrangeiros em investir nesse segmento.

A Brasil Insurance, única Corretora com capital aberto, foi com muita sede ao pote, e hoje, segundo a nossa fonte, amargaria baixas vendas e instabilidade nos preços de suas ações.

A força de venda, atualmente, está por conta das Corretoras adquiridas recentemente, uma vez que as Corretoras adquiridas no início das atividades da Brasil, estão com as vendas desaceleradas.

Acredita-se na possibilidade de essas Corretoras, por se sentirem donas das suas carteiras, fazerem uso de um “laranja” para dirigi-las a um novo projeto, sangrando com isso a carteira da Brasil.

Apesar do razoável volume de vendas das novas Corretoras, estas ainda não obtiveram lucro em função de os valores estarem atrelados à produção dessas novas Corretoras.

Os idealizadores do projeto, estão fora da Companhia.

Edward Lange, por exemplo, tomará posse do cargo de Diretor Presidente da Brasil Insurance, a partir de 16 de maio de 2014, em substituição a Antonio José Lemos Ramos, cujo mandato expirou em 6 de maio de 2014.

Miguel Longo Junior, atual Diretor Financeiro e de Controle e Diretor de Relação com Investidores da Companhia, vem acumulando interinamente o cargo de Diretor Presidente até a posse de Edward.

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DE NOVO

Hoje, mais uma vez, a ANS publicou a lista de operadoras de planos de saúde que tiveram produtos suspensos.
Já virou rotina.

Veja AQUI

Paulistana rompe com a Seguros

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Feijão com arroz

13.mai.2014

Circula entre os figurões do mercado, a informação bombástica de que, no último dia 12 (segunda-feira),  a Unimed Paulistana teria rompido com a Unimed Seguros, e, portanto, oficializado a rescisão de contrato.

O estopim da bomba teria sido mesmo a invasão de área.

Segundo consta, a Seguros, confiante, por ser S.A.,  teria “dado de ombros” para o acordo com a Paulistana e, além de jogar seu charme para os clientes, ainda estaria assediando os médicos cooperados numa tentativa de enfraquecer a coirmã no mercado.

Por força de contrato, dizem, a Unimed Paulistana  continuará com a Seguros por mais 60 dias. Mas é somente isso!

Parece que não deu mesmo para segurar a fraterna relação.

Mas a Paulistana tem lastro.

Saiu fortalecida, nessa queda de braço.

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (07/05), o texto base do Projeto de Lei Complementar 221/12, que universaliza o acesso do setor de serviços ao Simples Nacional (Supersimples), o regime de tributação das micro e pequenas empresas.

No entanto, por acordo entre os partidos, os destaques apresentados à matéria ainda serão analisados na próxima semana, o que dever provocar mudanças nesse texto.

Apesar da luta capitaneada pelo presidente da Fenacor, deputado Armando Vergílio (SD-GO), que foi presidente da Comissão Especial sobre o tema, houve retrocesso no texto base aprovado.

Armando Vergílio afirma que há pontos positivos com a universalização do Simples para toda e qualquer empresa que fatura até R$ 3,6 milhões anuais: o tratamento menos burocrático; além dos processos de abertura e financiamento de empresas.

Contudo, ele adverte que a Tabela VI, incluída como anexo pelo relator, não atende aos anseios dos corretores de seguros. Assim, cada corretor precisará analisar suas contas, como o peso da folha de pagamento e o nível de formalização, para decidir ou não pelo Simples.

Diante desse cenário, Vergílio apresentou duas emendas, que serão votadas amanhã (13/05).

Já a emenda 22 solicita que a Tabela VI seja reduzida em 20% para todas as categorias.

O presidente da Fenacor alerta que a participação dos corretores de seguros será vital e indispensável para a mudança do texto aprovado.

É muito importante que cada corretor de seguros envie email aos parlamentares de sua região solicitando a aprovação das emendas 6 e 22. “Trata-se de momento crucial e precisamos dessa mobilização”, observa Amando Vergílio.

Em Notícia – Extra


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