Frase do Dia
O que eu acho legal no Blog é a independência. Você fala de tudo e de todos. Isso é muito legal!

Regis Costa (diretor da Affix), em conversa com o blogueiro em evento da Roma Quality

Em clima de África

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Campanha

13.mar.2014


Antes de enfrentar as feras da savana africana,  70 corretores -  também considerados “feras” – foram convidados pela Unimed Paulistana para assistir a um dos maiores e mais emocionantes musicais de todos os tempos, o Rei Leão.

A produção do espetáculo traz cenários e figurinos com influências africanas e um elenco de 53 atores, cantores e dançarinos. A versão teatral se distancia da fantasia da Disney ao trazer para o palco elementos do folclore africano, dança e música zulu e teatro chinês.

A campanha, Só Fera no Safari da UP, encerra dia 31 de março. Portanto, ainda há tempo de o corretor tornar-se “fera” e ter a oportunidade de atravessar o Atlântico para conhecer outras ainda mais ferozes.

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Up and down

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Feijão com arroz

12.mar.2014


Enquanto os pessimistas nutrem uma suposta crise no mercado de planos de saúde, os otimistas enxergam oportunidades.
Criam, constroem, abrem novos caminhos.

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QUÂNTICA
Em entrevista bombástica, que irá ao ar, ainda nesta semana, o diretor da Administradora Quântica, Jeferson Nogueira, faz revelações ao Blog do Corretor.
Jeferson respondeu a todas as perguntas. Até mesmo sobre o faturamento da Quântica. Você não pode perder!!

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SERRA
Também integrante da ala dos otimistas, a Serra Corretora divulga hoje à tarde, às 15h, no Hotel Excelsior, os contemplados da Campanha Menino da Porteira. A Corretora promete mais novidades.
O Blog marcará presença.

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CORPORE
A equipe do Dirceu, agora dividida entre a DJ Atlantis e a Administradora Corpore, também está comemorando o primeiro contrato na cidade de Campinas-SP. “O primeiro de muitos”, afirmou otimista Valéria Nascimento, gerente da DJ Campinas.
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É isso aí: enquanto uns choram outros vendem lenços.

E você, corretor, trate de vender lenços!

A Força da União

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Feijão com arroz

11.mar.2014


Eles queriam um reajuste de 37%, mas Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, oferecia apenas 9% e se recusava a recebê-los em seu cheiroso gabinete.

Conscientes da sua importância na sociedade, os garis se reuniram, e, em assembleia, decidiram cruzar os braços.

E escolheram justamente o período de carnaval.

A cidade ficou um caos.

Os ratos passaram a dividir espaço com moradores e turistas.

Paes refez as contas e chamou os revoltosos para um diálogo.

“Nosso diálogo é 37% de reajuste no nosso salário e a gente volta” – dizia o representante da greve.

Nem o sindicato apoiou o movimento.

Mas, os garis, unidos, foram mais fortes.

Eduardo Pais concedeu os 37% de reajuste e os garis, depois de oito dias parados, voltaram a trabalhar.

E a cidade do Rio de Janeiro voltou a ser Maravilhosa(!)

Chamada a bordo

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Feijão com arroz

10.mar.2014


Cravo
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A Sul América já confirmou a data da viagem promovida pela campanha PME Premiado: será de 25/03/14 a 29/03/14.

Os contemplados já estão recebendo os kits e a orientação para “arrumar as malas”. Búzios os aguarda.

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Ferradura

Por outro lado, as novas regras para aceitação de contratos PME-Sul América, também foram confirmadas:
03 a 05 vidas……………somente uma vida de 59 anos até 64 anos, 11 meses e 29 dias;
06 a 29 vidas……………somente duas vidas de 59 anos até 64 anos, 11 meses e 29 dias;
30 a 60 vidas……………somente três vidas de 59 anos até 67 anos, 11 meses e 29 dias;
61 a 80 vidas……………somente quatro vidas de 59 anos até 68 anos, 11 meses e 29 dias;
81 a 99 vidas……………somente cinco vidas de 59 anos  até 71 anos, 11 meses e 29 dias.

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ATUALIZADO EM 11/03/14 ÀS 09H59M

Conforme prometido, aqui está link de Circular da Susep a qual “Dispõe sobre o acesso ao cadastro de corretores por entidades representativas do mercado e sobre contribuição sindical”.

Cai o castelo de cartas do ministro Barbosa

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Por Dentro da Política

9.mar.2014

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Por Breno Altman
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As palavras finais do presidente da corte suprema, depois da decisão que absolveu os réus da AP 470 do crime de quadrilha, soaram como a lástima venenosa de um homem derrotado, inerte diante do fracasso que começa a lhe bater à porta. A arrogância do ministro Barbosa, abatida provisoriamente pelo colegiado do STF, aninhou-se em ataque incomum à democracia e ao governo.

“Sinto-me autorizado a alertar a nação brasileira de que este é apenas o primeiro passo”, discursou o relator da AP 470. “Esta maioria de circunstância foi formada sob medida para lançar por terra todo um trabalho primoroso, levado a cabo por esta corte no segundo semestre de 2012.”

Sua narrativa traz uma verdade, um insulto e uma fantasia.

Tem razão quando vê risco de desmoronamento do processo construído sob sua batuta. A absolvição pelo crime de quadrilha enfraquece fortemente a acusação. Se não há bando organizado, perde muito de sua credibilidade o roteiro forjado pela Procuradoria Geral da República e avalizado por Barbosa. A peça acusatória, afinal, apresentava cada passo como parte minuciosa de um plano concebido e executado de forma coletiva, além de permanente, com o intuito de preservação do poder político. Se cai a tese de quadrilha, mais cedo ou mais tarde, as demais etapas terão que ser revistas. Essa é a porção verdadeira de sua intervenção matreira.

A raiva de Barbosa justifica-se porque, no coração desta verdade, está a neutralização da principal carta de seu baralho. O ex-ministro José Dirceu foi condenado sem provas materiais ou testemunhais, como bem salientou o jurista Ives Gandra Martins, homem de posições conservadoras e antipetistas. A base de sua criminalização foi uma teoria denominada “domínio do fato”: mesmo sem provas, Dirceu era culpado por presunção, oriunda de sua função de líder da eventual quadrilha. Absolvido do crime fundante, a existência de bando, como pode o histórico dirigente petista estar condenado pelo delito derivado? Se não há quadrilha, inexiste liderança de tal organização. A própria tese condenatória se dissolve no ar. O que sobra é um inocente cumprindo pena de maneira injusta e arbitrária.

Derrotado, Barbosa recorreu a um insulto: acusa o governo da República de ter ardilosamente montado uma “maioria de circunstância”, como se a fonte de sua indicação fosse distinta dos demais. Aponta o dedo ao Planalto sem provas e sem respeito pela Constituição. Atropela a independência dos poderes porque seu ponto de vista se tornou minoritário. Ao contrário da presidente Dilma Rousseff, que manteve regulamentar distância das decisões tomadas pelo STF, mesmo quando eram desfavoráveis a seus companheiros, incorre em crime de Estado ao denunciar, através de uma falácia, suposta conspiração da chefe do Executivo.

A conclusão chorosa de seu discurso é uma fantasia. Não se pode chamar de “trabalho primoroso” uma fieira de trapaças. O presidente do STF mandou para um inquérito secreto, inscrito sob o número 2474, as provas e laudos que atestavam a legalidade das operações entre Banco do Brasil, Visanet e as agências de publicidade do sr. Marcos Valério. Omitiu ou desconsiderou centenas de testemunhas favoráveis à defesa. Desrespeitou seus colegas e tratou de jogar a mídia contra opiniões que lhe contradiziam. Após obter sentenças que atendiam aos objetivos que traçara, lançou-se a executá-las de forma ilegal e imoral.

O ministro Joaquim Barbosa imaginou-se, e nisso há mesmo um primor, como condutor ideal para uma das maiores fraudes jurídicas desde a ditadura. Adulado pela imprensa conservadora e parte das elites, sentiu-se à vontade no papel do pobre menino que é glorificado pela casa grande por suas façanhas e truques para criminalizar o partido da senzala.

O presidente do STF lembra o protagonista da série House of Cards, que anda conquistando corações e mentes. Para sua tristeza, ele está se desempenhando como um Frank Underwood às avessas. O personagem original comete incríveis delitos e manobras para chegar à Presidência dos Estados Unidos, derrubando um a um seus adversários. O ministro Barbosa, porém, afunda-se em um pântano de mentiras e artimanhas antes de ter dado sequer o primeiro passo para atravessar a praça rumo ao Palácio do Planalto.

Acuado e sentindo o constrangimento de sua nudez político-jurídica, o ministro atira-se a vinganças, recorrendo aos asseclas que irregularmente nomeou, na Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, como feitores das sentenças dos petistas. Delúbio Soares teve o regime semiaberto suspenso na noite a derrota de Barbosa. José Dirceu tem contra si uma investigação fajuta sobre uso de aparelho celular, cujo único propósito é impedir o sistema penal que lhe é devido. O governo de Brasília está sendo falsamente acusado, com a cumplicidade das Organizações Globo, de conceder regalias aos réus.

O ódio cego de Barbosa contra o PT e seus dirigentes presos, que nenhuma força republicana ainda se apresentou para frear, também demonstra a fragilidade da situação pela qual atravessam o presidente do STF e seus aliados. Fosse sólido o julgamento que comandou, nenhuma dessas artimanhas inquisitoriais seria necessária.

O fato é que seu castelo de cartas começou a ruir. Ao final dessa jornada, o chefe atual da corte suprema sucumbirá ao ostracismo próprio dos anões da política e da justiça. Homem culto, Barbosa tem motivos de sobra para uivar contra seus pares. Provavelmente sabe o lugar que a história reserva para quem, com o sentimento dos tiranos, veste a toga dos magistrados.

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Breno Altman é jornalista e diretor editorial do site Opera Mundi - Este texto foi publicado originalmente no site Brasil247 e reproduzido aqui na categoria Por Dentro da Política, como fazemos sempre aos domingos – dia reservado à reflexão da política nacional.

Crescendo Juntos

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Prestação de Serviços

6.mar.2014

Oportunidade.

Em um começo de ano tradicionalmente sem muitas novidades, quando ouvimos dizer sempre que  “o ano começa somente após o carnaval”, uma novidade vem por aí.

Longe do grande centro, onde concentram-se os maiores players do nosso mercado, eis que surge uma nova Corretora, com nova proposta e com um grande objetivo: Encontrar profissionais que querem crescer(!)

As oportunidades são para profissionais administrativos (gerentes) e de vendas (corretores), todas no regime CLT.

Interessou-se?

Envie o seu currículo para o email: rhetreinamento@yahoo.com.br

Cinzas

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Por dentro do Blog

5.mar.2014


Durante este longo feriado que termina com as cinzas desta quarta-feira, tive preciosas companhias.

Os livros, a música, os passarinhos, o sol, as chuvas de março ao cair da tarde e alguns clássicos do cinema, foram meus parceiros, nestes dias de profunda reflexão.

Tive também a oportunidade de assistir novamente, pela TV Cultura, a um especial sobre a breve e gloriosa vida de Carmem Miranda.

Novamente tomei para mim a sua dor quando, segundo o documentário, ao retornar ao Brasil, depois de uma temporada de sucesso em Hollywood, Carmem foi hostilizada pelos brasileiros que a acusaram de ter “voltado americanizada”.

E o que raio tem a ver Carmem Miranda com o Blog do Corretor? – pode estar se perguntando agora o leitor.

A questão não é exatamente o que tem a ver, mas o que podemos aprender com a experiência do outro, além do aprendizado que podemos adquirir com a nossa própria experiência.

Faz cinco anos que o Blog do Corretor surgiu com a proposta de dar voz ao corretor de planos de saúde, de defendê-lo, de promovê-lo…

Será que estamos desempenando bem este papel?

Será que – como os críticos de Carmem Miranda – os corretores podem  acusar o Blog de ter “voltado americanizado”?

Mea culpa?

Consciência pesada?

Excesso de zelo?

Sei não, mas acredito que é hora de nos aproximar mais do corretor(!)

A brutalidade dos homens

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Artigo

2.mar.2014

Por Luiz Gonzaga Belluzzo
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A explosão de vandalismo nas ruas e nas redações dos telejornais desatou uma nova rodada de manifestações de baixo moralismo empenhadas em desfazer os padrões de convivência conquistados a duras penas ao longo do processo civilizador.

Dividir o mundo entre bons e maus está na moda. A reinvenção dessa banalidade alcançou foros de seriedade na construção do discurso midiático e político contemporâneo.

Não estamos sós nessa empreitada. Sugiro ao brasileiro a leitura do livro The Outrage Industry, Political Opinion Media and The New Incivility. Trata-se de um estudo acurado da degradação do debate político nos Estados Unidos entre a extrema-direita e liberais dispostos a responder no mesmo tom agressivo e violento. Nessa batalha é impossível distinguir godos de visigodos. O livro analisa os comentaristas de telejornais, celebridades dos talk shows, blogueiros e comentaristas fulminantes da internet, porta-vozes das insanidades midiáticas, sempre protegidos pelo anonimato, isto sim, em escracho ao direito à livre expressão do pensamento.

Os ululantes atacam com as armas do preconceito, da intolerância e com as bordunas da apologia da brutalidade, sem falar nos ataques em massa à última flor do Lácio, inculta e bela. Alguém já dizia que há método na loucura, mas, em sua marcha, a desrazão capricha na metodologia. As expressões “fascistas”, “idiotas politicamente corretos”, “elite vagabunda” poucas vezes foram utilizadas com tanta liberalidade e descuido. Em alguns sítios e comentários, as generosas imprecações adjetivadas ganham a companhia de exaltadas conclamações para o retorno dos militares ou sugestões para que os black blocks sejam mais eficientes em seu “empreendedorismo” anárquico, destruidor e, não raro, mortal.

Os estudiosos do totalitarismo sabem que a “autovitimização” da “boa sociedade” e a inculpação do “outro” foram métodos eficientes para a conquista do poder absoluto. Vejo nos blogs: os mais furiosos se apresentam como “humanos direitos”, em contraposição aos defensores dos “direitos humanos”. Fico a imaginar como seria a vida dos humanos direitos na moderna sociedade capitalista de massa, crivada de conflitos e contradições, sem as instituições que garantam os direitos civis, sociais e econômicos conquistados a duras penas. A possibilidade da realização desse pesadelo, um tropismo da anarquia de massa, tornaria o Gulag e o Holocausto um ensaio de amadores.

O magnífico projeto iluminista-burguês da liberdade, igualdade e fraternidade, avaliado em seus próprios termos e objetivos, está fazendo água diante do desenvolvimento alucinante e alucinado da competição das mídias para buscar os esgotos.

Fredric Jameson, no livro A Cultura do Dinheiro (Vozes, 2001), lamenta: “Os quatro pilares ideológicos, jurídicos e morais do alto capitalismo – constituições, contratos, cidadania e sociedade civil – são, hoje, vadios maltrapilhos, mas sempre lavados, barbeados e vestidos com roupas novas para esconder sua verdadeira situação de penúria”.

A civilização ocidental, disse Gandhi, teria sido uma boa ideia. Imaginei, santa ingenuidade, que as batalhas do século XX, além do avanço dos direitos sociais e econômicos, tivessem finalmente estendido os direitos civis e políticos, conquistas das “democracias burguesas”, a todos os cidadãos. Mas talvez estejamos numa empreitada verdadeiramente subversiva, ainda que não revolucionária: a construção da República dos Mais Desiguais. Uma novidade política engendrada nos porões da inventividade contemporânea, regime em que as garantias republicanas recuam diante dos esgares da máquina movida pela “tirania das boas intenções”. Um sistema em que bons meninos exibem sua retidão moral para praticar brutalidades em nome da justiça. O direito e a eticidade do Estado desaparecem no buraco negro do moralismo particularista e exibicionista.

Desterrar o conflito social para fora da esfera pública e colocá-lo à margem da ordem jurídica certamente fará irromper na sociedade de massa a verdadeira face da política de aniquilamento do outro. Muitos democratas sinceros e outros nem tanto são incapazes de avaliar corretamente o papel do ultraje pessoal na avacalhação do debate público. A ofensa pessoal desqualificadora usada como argumento, sobretudo se praticada sob a capa do anonimato, e a resposta no mesmo tom são instrumentos da brutalização das consciências.

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Luiz Gonzaga Belluzzo, 71, foi professor da Universidade de Campinas (Unicamp), é fundador e professor da Faculdades de Campinas (Fecamp) e é considerado o melhor economista heterodoxo do Brasil, devido às suas interpretações, sugestões e críticas à sociedade brasileira, sob a ótica de Karl Marx e John Maynard Keyne. É também colaborador da revista Carta Capital.

Gente Que Faz

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Destaque da Semana

28.fev.2014

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Minha primeira experiência com Planos de Saúde, foi na Amil da Av. Paulista, na equipe própria, quando em 1998 comecei como vendedor interno onde permaneci aproximadamente dois anos. Foi uma grande escola pra mim.

No ano 2000, iniciei na Medial Saúde, numa equipe própria, também como vendedor.

No momento em que Medial decidiu abrir o canal do massificado para os corretores, fui convidado para ser Gestor Comercial. Foi uma experiência maravilhosa! Conheci muitas pessoas, conquistei muitos parceiros e grandes amigos os quais mantenho até hoje.

Felizmente, sempre fui muito bem recebido em todos os lugares por onde passei. Carinho, apoio e reconhecimento, nunca me faltaram.

Agradeço imensamente a todos aqueles que sempre me incentivaram na minha trajetória.

Agradeço também pelas criticas que recebi ao longo da minha carreira, pois foram elas responsáveis pelo meu aperfeiçoamento.

Agradeço aos meus concorrentes os quais me levaram a sair da zona de conforto e me estimularam a buscar alternativas para competir.

Sou apaixonado pelo Mercado de Planos de Saúde. Amo o que faço.

Todos os dias tenho contato com muitas pessoas, cada uma com a sua particularidade, mas todas especiais.

Compreendi, nessa trajetória, que o segredo do sucesso é também colocar o coração naquilo que escolhemos como profissão, é respeitar o semelhante e estar sempre pronto para ajudar.

Quero agradecer também ao Blog do Corretor pela homenagem e desejar muito sucesso.

Um abraço carinhoso aos amigos e parceiros.

Antônio Ramos dos Santos – Dicom/SP
(Toninho)

Viva a liberdade

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Jurídico

27.fev.2014

A publicação de reportagem ou opinião com crítica dura e até impiedosa afasta o intuito de ofender, principalmente quando dirigida a figuras públicas.

Com esse fundamento, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, acolheu o Recurso Extraordinário da Editora Abril contra condenação do Tribunal de Justiça do Distrito Federal que a obrigava a indenizar em R$ 10 mil o ex-governador Joaquim Roriz por danos morais.

A empresa foi defendida pelo advogado Alexandre Fidalgo, do EGSF Advogados.“Não caracterizará hipótese de responsabilidade civil a publicação de matéria jornalística cujo conteúdo divulgar observações em caráter mordaz ou irônico ou, então, veicular opiniões em tom de crítica severa, dura ou, até, impiedosa, ainda mais se a pessoa a quem tais observações forem dirigidas ostentar a condição de figura pública, investida, ou não, de autoridade governamental, pois, em tal contexto, a liberdade de crítica qualifica-se como verdadeira excludente anímica, apta a afastar o intuito doloso de ofender”, afirmou o decano do STF.

Na avaliação de Celso de Mello, a liberdade de imprensa é uma projeção da liberdade de manifestação do pensamento e de comunicação, e assim tem conteúdo abrangente, compreendendo, dentre outras prerrogativas: o direito de informar, o direito de buscar a informação, o direito de opinar e o direito de criticar.

Dessa forma, afirma o decano, o interesse social, que legitima o direito de criticar, está acima de “eventuais suscetibilidades” das figuras públicas. Mello afirma que essa prerrogativa dos profissionais de imprensa justifica-se pela prevalência do interesse geral da coletividade e da necessidade de permanente escrutínio social a que estão sujeitas as pessoas públicas, independente de terem ou não cargo oficial. “Com efeito, a exposição de fatos e a veiculação de conceitos, utilizadas como elementos materializadores da prática concreta do direito de crítica, descaracterizam o ‘animus injuriandi vel diffamandi’, legitimando, assim, em plenitude, o exercício dessa particular expressão da liberdade de imprensa”, diz Mello.

No caso, o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz processou a Editora Abril e o jornalista Diego Escosteguy por conta de uma reportagem publicada em dezembro de 2009. No texto, a revista compara Roriz ao personagem Don Corleone, do filme O Poderoso Chefão, e afirma que ele pode ser o homem que teria ensinado José Roberto Arruda, ex-governador do DF, a roubar.

No entendimento do TJ-DF, a veiculação de juízo de valor teria deixado “clara a intenção do veículo de comunicação e do responsável pela matéria de injuriar e difamar, com ofensa à honra e à moral, excedendo os limites da liberdade de imprensa”.

Para o ministro, a crítica faz parte do trabalho do jornalista.

Fonte: Conjur
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