Frase do Dia
As pessoas que realmente dão certo na vida são aquelas que não desistem!

Donald Trump – magnata norte-americano

Os ricos são de direita?

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Por Dentro da Política

30.mar.2014

Uma pesquisa mostra que pessoas que enriquecem subitamente passam a adotar posições mais conservadoras. O bolso, ao que parece, influencia nosso olhar sobre a política.
.
São Paulo – “Se você não é de esquerda aos 20 anos, não tem coração. Se não se torna um conservador aos 40, não tem cérebro.” A frase costuma ser atribuída ao ex-primeiro-ministro inglês Winston Churchill, mas variações da mesma citação seriam de autoria do segundo presidente americano, John Adams, do historiador francês François Guizot, morto em 1874, e do também francês Georges Clemenceau, primeiro-ministro que conduziu o país durante a Primeira Guerra Mundial.
.
Independentemente de quem a tenha cunhado, a frase é poderosa — a maior prova disso é a quantidade de vezes que é mencionada. O que faz uma pessoa pender mais para a esquerda ou mais para a direita no espectro político é um tema que vem intrigando cientistas políticos há pelo menos dois séculos.
.
Várias pesquisas nas últimas décadas mostraram haver uma correlação entre ser rico e tender a votar em partidos conservadores, mas sempre restava a dúvida: essas pessoas são ricas porque são de direita ou são de direita porque são ricas?
.
No começo deste ano, um estudo publicado na Inglaterra parece ter dado mais um passo na busca da resposta. Os professores Nattavudh Powdthavee, da Escola de Economia da Universidade de Londres, e Andrew Oswald, da Universidade de Warwick, analisaram os dados de uma pesquisa por amostra de domicílios realizada anualmente pelo governo britânico.
.
O foco principal foi a posição política das 4 300 pessoas que declararam ter ganhado algum prêmio de loteria ou dinheiro em casas de apostas de 1996 a 2009.
.
O que Powdthavee e Oswald descobriram é que cerca de 15% dos premiados mudaram sua posição política logo após receber o dinheiro — sempre na mesma direção, da esquerda (nesse caso, os Trabalhistas ingleses) para a direita (o Partido Conservador). Quanto mais alto o valor do prêmio, maior foi a tendência a se identificar com a direita.
.
“A visão política das pessoas é extremamente influenciada pelo interesse próprio”, diz Powdthavee. “Como os partidos políticos mais conservadores costumam ser contra o aumento da carga tributária sobre os mais ricos, eles acabam atraindo mais votos dessa parcela da população.”
.
A constatação de que as pessoas pensam no próprio bolso quando votam já tinha sido feita anteriormente por Powdthavee e Oswald — nesse primeiro caso, com um resultado inusitado. Uma pesquisa realizada pelos dois em 2010 mostra que questões de gênero podem influenciar a decisão nas urnas.

.
Cruzando dados sobre votos em eleições passadas e número de filhos e filhas dos eleitores, os dois economistas chegaram à conclusão de que, na Inglaterra, pais de meninas costumam se alinhar mais com o Partido Trabalhista e pais de meninos com o Partido Conservador.
.
Quanto maior o número de filhas, mais chance de a família votar na esquerda — a cada menina, a probabilidade aumenta 2 pontos percentuais. De acordo com a pesquisa, pais de garotas tendem a achar que os Trabalhistas vão implementar políticas que reduzam a desigualdade de gênero, como o desequilíbrio salarial entre homens e mulheres. A mesma metodologia foi aplicada na Alemanha e chegou a resultados semelhantes.
.
À esquerda e à direita do quê?
.
Por mais interessante que sejam, pesquisas como essas têm uma limitação importante. Elas partem de uma simplificação extrema da política: há, de um lado, a esquerda; de outro, a direita. As pessoas com mais de 40 anos cresceram num mundo em que essa polaridade parecia servir para representar as principais correntes políticas. Hoje — felizmente —, o mundo parece bem mais complexo.
.
“Considero uma preguiça intelectual continuar rotulando as pessoas em direitistas e esquerdistas”, diz o economista e filósofo Eduardo Giannetti. “As pessoas são conservadoras em alguns aspectos e progressistas em outros. E isso combinado de muitas maneiras diferentes. O importante é debater quais ideias estão em jogo em cada discussão.”
.
Vale olhar o exemplo dos Estados Unidos, país que consagrou a democracia de massas. A maior parte dos membros do Partido Republicano com mais de 40 anos é a favor do estado mínimo e da não intervenção estatal na economia, mas apoia a intromissão do governo nas questões de foro individual, pois é contrária ao casamento gay e à liberalização das drogas.
.
“Até há algum tempo, era mais fácil pontuar o que era ser de direita ou de esquerda”, afirma Jairo Nicolau, professor de ciência política da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Quando as questões culturais e de costumes passaram a entrar na equação, tudo ficou mais complicado.”
.
Nas discussões sobre os rumos da economia, a separação entre direita e esquerda também embolou. Os mesmos dirigentes do PT que combateram as concessões à iniciativa privada nos governos do PSDB nos anos 90 agora defendem a política de privatização da presidente Dilma Rousseff.
.
Nos Estados Unidos, uma nova variedade de democratas, a chamada Terceira Via, tem ganhado espaço no cenário político americano. Em dezembro, essa ala democrata considerada “centrista” publicou um artigo no Wall Street Journal em que acusa o próprio partido de promover políticas econômicas populistas — papel que é costumeiramente desempenhado pelos conservadores republicanos.
.
Os termos direita e esquerda foram cunhados durante a Revolução Francesa, quando os girondinos, que apoiavam a monarquia, sentavam-se à direita no salão da Assembleia Nacional, e os jacobinos, a favor da revolução, à esquerda. Os conceitos atravessaram mais de dois séculos e, até certo ponto, foram úteis.
.
Os anos de Guerra Fria exigiam rótulos para um mundo extremamente polarizado, mas a globalização acabou derrubando essa divisão binária. Alguns filósofos propõem discutir o pensamento político de outra forma: sob a ótica da liberdade e da igualdade.
.
Aqueles que se identificam com a esquerda prezam mais o valor da igualdade, assim como quem hoje se reconhece na direita preza mais o valor da liberdade. Ainda assim, essas definições não são perfeitas. “Não há liberdade sem um mínimo de igualdade, e não há igualdade sem um mínimo de liberdade”, diz Giannetti.
.
No Brasil, onde nenhum partido declara ser conservador e impera um falso consenso, a discussão de ideias é a principal vítima.
.
O economista Roberto Campos, morto em 2001, foi um dos nomes mais proeminentes da direita brasileira. Dizia que “o bem que o Estado pode fazer é limitado; o mal, infinito”. Se ainda estivesse vivo, Campos seria uma figura pública quase isolada.
.
O Brasil tem hoje 32 partidos políticos registrados no Tribunal Superior Eleitoral. Com base em suas siglas, observa-se que o cenário político nacional é habitado na maioria por socialistas, trabalhistas e democratas — quando não há uma junção entre eles, como o Partido Democrático Trabalhista.
.
A contar pelas legendas, não há nenhum partido que se reconheça conservador. “A direita no Brasil acabou associada à ditadura militar e ao autoritarismo”, diz João Augusto de Castro Neves, diretor da consultoria política Euroasia Group. Ser de direita virou um xingamento, uma acusação, sinônimo de retrógrado.
.
Essa ausência de políticos declaradamente conservadores acabou por empobrecer o debate. Aos olhos dos eleitores, todos parecem ser iguais nas posições sobre os grandes temas. “Falsos consensos não ajudam a discussão a evoluir”, diz Castro Neves. Uma direita convicta disposta a defender suas ideias ajudaria os próprios partidos mais à esquerda a reforçar seus pontos de vista.
.
Em meio a esse quadro político confuso, não chega a ser surpresa que o eleitor brasileiro esteja perdido. Uma pesquisa inédita de Jairo Nicolau, professor de ciência política da Universidade Federal do Rio de Janeiro, mostra que, durante as eleições presidenciais de 2010, 11% dos brasileiros se autodenominavam de esquerda e 17% de direita (outros 29% se consideravam de centro e 43% não sabiam).
.
Entre os eleitores de esquerda, 60% votaram na presidente Dilma Rousseff. A surpresa veio entre aqueles que se reconhecem de direita: 40% declararam voto na candidata do PT. “Ainda há pessoas que entendem que o governo é a direita; e a oposição, a esquerda”, diz Nicolau.

Fonte: Exame

Adeus a Era Leôncio

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Dança das Cadeiras

28.mar.2014

Sangue novo.

A Chapa 2, liderada por Alexandre Camillo, foi eleita para a presidência do Sincor-SP.

Não é bem assim

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Prestação de Serviços

27.mar.2014

Comunicado ao Mercado

São Paulo, 27 de Março de 2014 – A Qualicorp S.A. (a “Companhia” ou “Qualicorp”) (BM&FBOVESPA: QUAL3), líder em gestão de benefícios de saúde no Brasil, nos termos do artigo 157, §4° da Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada, e do disposto na Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) n° 358, de 3 de janeiro de 2002, conforme alterada, em referência aos rumores mencionados na notícia divulgada em 26 de março de 2014 intitulada “Júnior Vai às Compras” no site da Revista Exame, esclarece aos seus acionistas e ao mercado em geral que não está negociando a aquisição da Tempo Participações S.A. (“Tempo”), mas sim avaliando alternativas estratégicas que envolvem exclusivamente a Unidade Saúde soluções, composta pela Connectmed-CRC Consultoria, Administração e Tecnologia em Saúde Ltda. e Gama Saúde Ltda., cujo negócio não possui qualquer risco técnico-médico atuarial. A Companhia, adicionalmente, esclarece que até o presente momento nenhum compromisso formal ou documento vinculante foi celebrado em relação a uma potencial associação.

Caso as negociações evoluam para um bom termo, e uma proposta ou acordo seja firmado, a Companhia informará seus acionistas e o mercado em geral, na forma da regulamentação aplicável.

Para informações adicionais, entre em contato com a área de Relações com Investidores da Qualicorp.

Tel.: 55 11 3191 3829
E-mail: ri@qualicorp.com.br

Sobre a Qualicorp
Constituída em 1997, a Qualicorp é hoje a maior administradora de benefícios do país no segmento de planos de saúde coletivos para categorias profissionais e empresas. Atua em nível nacional, possui cerca de 1.700 colaboradores e administra planos coletivos para mais de 470 entidades de classe profissionais e cerca de 2.240 empresas clientes. Atualmente, a Companhia representa mais de 4,5 milhões de beneficiários, considerando todos os segmentos de atuação. No segmento de categorias profissionais, a Qualicorp reúne as pessoas em grandes grupos de afinidade a partir de sua profissão ou área de atuação, por meio de parcerias com entidades de classe profissionais. Com a escala obtida por essa coletividade, a Qualicorp promove negociação junto às operadoras para obter planos de saúde coletivos em condições diferenciadas e preços reduzidos. No segmento empresarial, a Companhia presta consultoria na contratação, implantação e gestão de planos corporativos, além de oferecer outras soluções em gestão de benefícios. Para mais informações, acesse www.qualicorp.com.br

.
NOTA DO BLOG

Este Comunicado, emitido pela Qualicorp, circulou entre os acionistas no início desta tarde (27), sob o título: Relações com Investidores.
Vale salientar que a nota em questão também foi publicada na edição de hoje da revista Exame em sua versão impressa.

Júnior vai às compras (de novo)

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Rola na Mídia

27.mar.2014

A empresa de gestão de planos de saúde Qualicorp, do empresário José Seripieri Júnior, está negociando a aquisição da Tempo, companhia de seguros de saúde e odontológicos controlada pelas gestoras de private equity GP e Tarpon e pelo empresário Dimas Camargo Maia Filho.

As duas empresas são listadas na Bolsa e o valor de mercado da Qualicorp, de 5,6 bilhões de reais, corresponde a mais de 10 vezes o da Tempo.

Consultadas, Qualicorp e Tempo não comentaram o assunto. Os fundos já tentaram vender a Tempo em 2011, mas desistiram. Em novembro do ano passado, a empresa vendeu uma carteira de 70 000 clientes para a Unimed Seguros por 30 milhões de reais.

Fonte: EXAME

Comunicado aos Corretores

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Prestação de Serviços

27.mar.2014

Informe

O Grupo NotreDame Intermídica (GNDI) e a Bain Capital, grupo privado de investimentos sediado nos EUA, firmaram no último dia 22/03/2014 um acordo para a compra do controle do GNDI pela Bain CapitalA concretização do acordo está condicionada à aprovação prévia da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (DADE), nos termos da legislação aplicável. Acreditamos que a manifestação dos órgãos competentes deverá ocorrer em torno de 120 dias.

Com sede em São Paulo e fundado há mais de 45 anos, o GNDI é um dos maiores operadores de planos de saúde corporativos do País, formado pelas empresas Intermédica Sistema de Saúde, especializada em planos de saúde corporativos, Interodonto Sistema de Saúde Odontológica, NotreDame Seguradora, especializada em Seguro Saúde, e RH Vida, divisão especializada em medicina ocupacional.

Quem é a Bain Capital

Sediada em Boston-MA, nos EUA, a Bain Capital é uma das maiores empresas privadas de investimento do mundo, adminstrando hoje um volume de ativos de aproximadamente U$$ 70 bilhões, com investimetnos em mais de 250 empresas em todo o mundo. Com um corpo de executivos e consultores com vasta experiência operacional e uma abordagem diferenciada em investimentos, para encaminhar melhorias estratégicas e operacionais, a Bain Capital possui escritórios em Baston, Chicago, Nova York, Palo Alto, Londres, Munique, Hong Kong, Bombaim, Xangai e Tokyo, tendo investido em mais de 50 empresas no segmento da saúde em outros países, como HCA, Warner Chilcott e Quintiles.

com a convivência de quase 1 (um) anocom a Bain Capital, temos a certeza que (sic) a missão, os valores e todo o sistema de serviço das nossas empresas foi totalmente assimilado e atestado, em especial a visão integral de saúde, estando a Bain Capital comprometida em ampliar o trabalho pioneiro de medicina preventiva, que é o nosso grande diferencial de mercado, além de continuar proporcionando a melhor relação custo/benefício/qualidade já oferecida.

Continuaremos operando normalmente todos os serviços e diferenciais do Grupo NotreDame Intermédica e, oportunamente, informaremos os próximos passos deste acordo.

São Paulo, 26 de março de 2014.

.
Nota divulgada, nesta quarta-feira (26), pelo Grupo GNDI e reproduzida aqui, na íntegra

.
* * *

Sai o reajuste da Unimed Paulistana

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Feijão com arroz

26.mar.2014

A Unimed Paulistana segurou o reajuste dos seus planos enquanto foi possível. Ontem, o nó que segurava os números desatou e um pequeno percentual foi liberado.

Uma das poucas operadoras que disponibiliza o plano Pessoa Física (PF), teve o seguinte reajuste:

UP Bronze Enfermaria: 7,25%;

New Bronze Apartamento: 7,25%;

UP Prata: 5%

UP  Ouro: 5%

Para visualizar a tabela completa clique AQUI.

E mais perto estará de conhecer a África, o corretor que vender Unimed Paulistana.

Violência Obstétrica: Até onde aceitar caladas, a impunidade?

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Artigo

25.mar.2014

Muito embora o termo seja relativamente novo, a prática, até então velada, deste tipo de violência física e/ou psicológica contra a mulher gestante e parturiente, data de longos e longos anos marcados pela cultural submissão feminina, pela impunidade dos profissionais da área da saúde e pelo silêncio das violentadas.

Esclarecendo, trata-se de vários tipos de situações de submissão física e psicológica que ocorrem desde a gestação até o pós parto, incluindo o abortamento e caracteriza-se pela apropriação do corpo e dos processos reprodutivos da mulher pelos profissionais da saúde em razão de tratamento desumanizado, abuso de medicamentos, patologização de procedimentos naturais que acarretam na perda de autonomia e da capacidade de decidir livremente sobre seus corpos e sexualidade e que, geralmente, terminam por impactar negativa e seriamente sobre a qualidade de vida das mulheres.

Certo é que a violência obstétrica abrange situações que vão desde privar a gestante/parturiente de receber orientações e informações durante a gestação, inclusive sobre a possibilidade da realização da laqueadura das trompas caso ela seja maior de vinte e cinco anos e já tenha dois filhos, negar, negligenciar ou dificultar o atendimento, inclusive pré-natal, realizar constantes exames físicos e de toque desnecessários durante a gestação, fazer comentários jocosos, constrangedores, ofensivos ou discriminatórios em razão de raça, cor, etnia, credo, condição social, orientação sexual, idade, escolaridade, compleição física da mãe ou do bebê e número de filhos, oferecer tratamento preconceituoso, acusatório, de ameaça, de culpabilização ou de coação e/ou praticar maus tratos físicos em razão do abortamento, ainda que não espontâneo, submeter a gestante a sentimentos de inferioridade, vulnerabilidade, abandono, medo, instabilidade emocional, insegurança, dissuasão, ludibriamento, alienação, perda de integridade, dignidade ou prestígio,  induzir ao uso de medicamentos ou complementos alimentares sem necessidade, obrigá-la a peregrinar em busca de atendimento médico e/ou leito hospitalar, deixá-la sozinha, sem acompanhante, inclusive durante o parto, incomunicável, sem assistência, em jejum prolongado ou sem hidratação, fazer uso de anestesia e medicamentos indutores do parto que possam causar dores (em qualquer grau) ou danos físicos sem a comprovada necessidade, ciência e concordância da parturiente, obrigar a imobilização de pernas e braços durante o trabalho de parto, impedi-la de decidir sobre seu próprio corpo, de opinar e escolher, assistida pelo médico, sobre os procedimentos a serem realizados, obrigá-la a submeter-se à realização de episiotomia (corte feito na vagina para “facilitar” a passagem do bebê durante o parto) ou de uma cesariana sem a necessária indicação clínica, utilizar fórceps sem necessidade clínica e a concordância materna, impedir ou retardar desnecessariamente o contato com o bebê logo após o parto, impedir, por mera conveniência da instituição hospitalar o alojamento conjunto de mãe e filho levando o bebê para o berçário sem necessidade médica e impedir ou dificultar o aleitamento materno logo na primeira hora de vida, entre outras  tantas.

Atualmente, segundo pesquisa da Fundação Perseu Abramo, uma entre quatro brasileiras é submetida à violência obstétrica, números alarmantes e que podem não refletir a realidade, já que muitas mulheres, por falta de informação, não entendem terem sido violentadas, aceitando a vitimização como algo natural que supostamente faria parte do processo gestacional.

É necessário divulgar, informar, instruir e conscientizar a mulher brasileira já que em países como Venezuela e Argentina, a violência obstétrica é reconhecida como crime e, como tal, deve ser ampla e severamente prevenido, punido e erradicado de qualquer sociedade, mas para que a situação mude, é necessário que a mulher compreenda que foi violentada e denuncie, sem medo, o agressor junto à ouvidoria dos hospitais, conselhos regionais de medicina, pelo site http://www.caixapretadasaude.org.br, delegacias de polícia e, finalmente, perante a Justiça.

No Brasil, com exceção da cidade de Diadema no estado de São Paulo, onde foi aprovado o Projeto de Lei nº 077/2013 de autoria do Vereador João Gomes , não há legislação específica sobre o assunto. Contudo, o sistema legal vigente permite, sem sobra de dúvidas, que os culpados sejam criminal e civilmente responsabilizados pelo exercício de tão grave violência contra a já tão socialmente discriminada mulher.

Diante da ampliação e divulgação de informações sobre o assunto é crescente número de denúncias e formação de grupos de apoio às violentadas. No Estado de São Paulo, este é um dos importantes assuntos que fazem parte da pauta de trabalho dirigido à mulher da recém criada, ASAS – Associação das Advogadas, Estagiárias e Acadêmicas de Direito do Estado de São Paulo, que também dá especial atenção à forma e horário de atendimento das DDMs (Delegacias da Mulher), visando dar maior visibilidade às ocorrências notificadas, bem como à solução que é dada ao caso.

O importante então é que cada mulher que sinta-se violentada, busque auxílio, informação e a reparação dos danos sofridos, ainda que trate-se somente de danos morais. Já não é sem tempo que cada uma merece ser ouvida e tratada como cidadã! Não se cale mais diante da violência! Dê um basta!

MARIA VALÉRIA MIELOTTI CARAFIZI é advogada inscrita na OAB/SP sob o nº 137.597, Conselheira Fundadora da ASAS – Associação das Advogadas, Estagiárias e Acadêmicas de Direito do Estado de São Paulo e Sócia Fundadora da Mariz de Oliveira & Mielotti Carafizi Sociedade de Advogados e escreve no Blog do Corretor, sempre na terceira terça-feiras de cada mês.

Governo está confiante na aprovação do Simples

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Matéria

24.mar.2014

O ministro da Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, se mostrou confiante nesta segunda-feira, na aprovação pela Câmara do projeto de lei complementar que altera o Simples Nacional (PLP 237/12). A votação está marcada para o dia 29 de abril “ou no mais tardar até 6 de maio”, segundo Afif, após acordo com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves.O ministro diz que não há risco político para o projeto em meio à tensão entre parte da base aliada do governo, liderada pelo PMDB. “Existe um forte consenso, até porque passou na comissão especial.

Não existe uma diferença entre situação e oposição na matéria de micro e pequena empresa, há uma convergência de todas as bancadas”, afirmou. Segundo ele, o governo tentará aprovar a elevação em cerca de 20% da faixa de faturamento que hoje forma o teto das empresas inscritas no Simples. O projeto aprovado em uma comissão especial da Câmara, em dezembro, criou a chamada universalização de enquadramento no regime tributário do Simples Nacional.

Com isso, as empresas passam a ser enquadradas com base no faturamento e não mais pelo setor de atuação. O teto atual é de R$ 360 mil para as micro empresas e R$ 3,6 milhões para as pequenas empresas. Apesar das mudanças, a comissão não incluiu os 20% de reajuste sugerido pelo ministro, que argumenta ter havido mudanças no perfil de faturamento das empresas sem uma contrapartida para que a faixa de rendimento das empresas fosse alterada. “Hoje tem muita empresa deixando de ser Simples, quando, na verdade, ela teve um aumento vegetativo do seu faturamento”, disse Afif.

O ministro participou de reunião com o Conselho Temático da Micro e Pequena Empresa (Compem) da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mas evitou se comprometer com a criação de uma faixa de transição, como pede a CNI, para que as empresas com faturamento acima do teto possam cair no regime tradicional de tributação.

Com informações do EM.com.br

Barbanti cede e vende Intermédica

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Economia

24.mar.2014

São Paulo — A operadora de planos de saúde Intermédica, que faturou R$ 979 milhões em 2012, foi vendida neste sábado para o fundo de private equity Bain Capital por quase R$ 2 bilhões. O Bain, que já controla no Brasil a empresa de call center Atento, fica com 100% das ações da empresa e seu fundador, Paulo Barbanti, deve deixar o cotidiano da companhia.

A Intermédica foi assessorada no processo pelos bancos de investimento BTG Pactual e Credit Suisse. Do lado do Bain estavam o Morgan Stanley e o Itaú BBA.

O fundo disputava a compra da operadora com o rival TPG, mas conseguiu apresentar uma oferta melhor na reta final das negociações.

Nos últimos cinco anos, a empresa contratou ao menos cinco bancos de investimento para tentar encontrar um comprador, mas as negociações sempre esbarraram no preço final.

Em 2011, Barbanti contratou Glauco Abdala, um dos sócios fundadores da consultoria de gestão Galeazzi Associados, para ser presidente e preparar a Intermédica para uma oferta na bolsa de valores. meses depois desistiu, retomou o controle da companhia e resolveu vendê-la há cinco meses, como participou a coluna Primeiro Lugar, de EXAME. Procurada, a empresa não quis se manifestar.

Fonte: EXAME

.
NOTA DO BLOG
Há muito, este negócio bilionário vinha sendo costurado nos bastidores e a venda da Intermédica era uma questão de tempo. O tempo de convencer Barbanti, considerado um homem difícil para fazer negócio.

Mas os investidores venceram. O poder econômico venceu.

E Paulo Barbante também saiu vencedor, pois, segundo informações, não fazia parte dos seus planos, entregar a sua empresa à concorrência local.

Agora, além da Amil, a Intermédica pertence ao capital estrangeiro e tudo indica que ambas caminham para um processo de  modernização, eficiência e melhor qualidade no atendimento.

Não esperemos estas mudanças para amanhã.

Isto levará um tempo.

E você, corretor, o que achou da venda da Intermédica?

Você acredita este foi um bom negócio para o mercado como um todo?

Vinte e dois anos de serviços prestados

Autor: Blog do Corretor | Categoria: Aniversário

24.mar.2014


Quem está no mercado de planos de saúde há muito tempo sabe que o cenário era bem diferente há alguns anos. Além da multiplicidade de marcas, as tabelas de preços eram reajustadas mensalmente, para acompanhar a galopante inflação, e era comum o cliente mudar de plano para fugir desses constantes reajustes.

Com a estabilidade econômica, após a implantação do Plano Real, durante o governo Itamar Franco (1993), o mercado foi se reinventando e a “seleção natural” começou a agir.

Muitas marcas desapareceram. Fundidas ou falidas.

Não foi o caso da Ameplan.

Fundada em 1992, a operadora conta hoje com mais de cinco mil profissionais da área médica credenciados e é considerada uma das empresas que mais investe em tecnologia e humanização, no Estado de São Paulo.

A Ameplan testemunhou várias turbulências no mercado, saiu fortalecida e hoje comemora seus 22 anos de atuação agradecendo a seus Associados, Clientes, Equipe Médica, Colaboradores, Administradores e de Enfermagem, Fornecedores e Amigos.

Parabéns a Ameplan!

Página 16 de 94« Primeira...10...1415161718...304050...Última »