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Publicado por Emmanuel Ramos de Castro

Sinal Amarelo

A operadora de planos de saúde Amil divulgou nesta quarta, (14), no fechamento do mercado, seus resultados referentes ao último trimestre. De julho a setembro, a companhia registrou perda de 226,5 milhões de reais, contra lucro de 37,5 milhões embolsados em igual período do ano anterior.

A receita líquida pulou de 2,2 para 2,6 bilhões de reais, um acréscimo de 14,7%. No entanto, a companhia foi afetada pelo aumento significativo das despesas, em especial as gerais e administrativas. Com elas, a Amil gastou 640,4 milhões de reais, um acréscimo de 65% ante número indicado há um ano.

Em breve relatório, a empresa destacou que seus números foram impactados por ajustes não recorrentes, sem efeito no caixa. Eles seriam relacionados a mudanças de estimativa nas provisões para contingências de natureza cível ligadas ao ressarcimento do SUS (Sistema Único de Saúde).

A companhia terminou fechou o período com 6.033 milhões de beneficiários, sendo mais da metade em planos corporativos.

Americanos no comando

Ontem, o conselho da companhia também aprovou uma série de mudanças na empresa. O o executivo Jorge Ferreira da Rocha e a acionista Dulce Pugliese de Godoy Bueno, ex-mulher do fundador da empresa, Edson de Godoy Bueno, renunciaram aos seus postos no conselho de administração.

A novidade ficou por conta da entrada de cinco novos nomes, marcando a transição no comando da empresa, que ficará com os americanos da UnitedHealth - no começo de outubro, a gigante da área de saúde comprou o controle da Amil por cerca de 6,5 bilhões de reais.

David Scott Wichmann, diretor financeiro do grupo UnitedHealth, e Richard Norman Baer, diretor jurídico da empresa, ocuparão postos no grupo, que passará a contar com oito participantes. William Munsell e Simon Stevens, ambos vice-presidentes executivos da United, também passarão a integrar o conselho da Amil. Por último, o médico Paulo Guilherme Barroso assumirá a cadeira de conselheiro independente.

Edson de Godoy Bueno continuará à frente do conselho, como presidente. Por sua vez, Gilberto João da Costa seguirá como membro efetivo, assim como Luiz Fernando Furlan, que tem cargo de membro independente.

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Colaboração: Mouser
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- Amil tem prejuízo de R$ 226 milhões no terceiro trimestre
CLIQUE AQUI

- Amil entra no vermelho com prejuízo de R$ 226,5 milhões
CLIQUE AQUI

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7 comentários
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Anônimo

CONTEÚDO ENVIADO PARA O LIXO

Anônimo

Espere, espere, espere. Afinal de contas, quem é o autor do texto?

Anônimo

Postou, sim !

Sinal Amarelo
Autor: Blog do Corretor | Categoria: Economia 16.nov.2012

Anônimo

que que é isso carequinha? copia e cola? assim até um chimpanzé pode fazer um blog KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK


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COMENTÁRIO
O Blog não postou o texto como sendo de sua autoria.
No rodapé da matéria está o crédito que coube ao nosso colaborador.
Saudações,
Moderador

Anônimo

Amil entra no vermelho com prejuízo de R$ 226,5 milhões
Maior operadora de planos de saúde no país sustenta que os números foram impactados por ajustes ligados ao aumento de provisões para ressarcimento do SUS


Marcela Ayres, de
Siga-me

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COMENTÁRIO
O Blog não postou o texto como sendo de sua autoria.
No rodapé da matéria está o crédito que coube ao nosso colaborador.
Saudações,
Moderador

Anônimo

Assim é fácil, hein? Blogueirinho.

São Paulo - A operadora de planos de saúde Amil divulgou ontem, no fechamento do mercado, seus resultados referentes ao último trimestre. De julho a setembro, a companhia registrou perda de 226,5 milhões de reais, contra lucro de 37,5 milhões embolsados em igual período do ano anterior.


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A receita líquida pulou de 2,2 para 2,6 bilhões de reais, um acréscimo de 14,7%. No entanto, a companhia foi afetada pelo aumento significativo das despesas, em especial as gerais e administrativas. Com elas, a Amil gastou 640,4 milhões de reais, um acréscimo de 65% ante número indicado há um ano.

Em breve relatório, a empresa destacou que seus números foram impactados por ajustes não recorrentes, sem efeito no caixa. Eles seriam relacionados a mudanças de estimativa nas provisões para contingências de natureza cível ligadas ao ressarcimento do SUS (Sistema Único de Saúde).

A companhia terminou fechou o período com 6.033 milhões de beneficiários, sendo mais da metade em planos corporativos.

Americanos no comando

Ontem, o conselho da companhia também aprovou uma série de mudanças na empresa. O o executivo Jorge Ferreira da Rocha e a acionista Dulce Pugliese de Godoy Bueno, ex-mulher do fundador da empresa, Edson de Godoy Bueno, renunciaram aos seus postos no conselho de administração.

A novidade ficou por conta da entrada de cinco novos nomes, marcando a transição no comando da empresa, que ficará com os americanos da UnitedHealth - no começo de outubro, a gigante da área de saúde comprou o controle da Amil por cerca de 6,5 bilhões de reais.

David Scott Wichmann, diretor financeiro do grupo UnitedHealth, e Richard Norman Baer, diretor jurídico da empresa, ocuparão postos no grupo, que passará a contar com oito participantes. William Munsell e Simon Stevens, ambos vice-presidentes executivos da United, também passarão a integrar o conselho da Amil. Por último, o médico Paulo Guilherme Barroso assumirá a cadeira de conselheiro independente.

Edson de Godoy Bueno continuará à frente do conselho, como presidente. Por sua vez, Gilberto João da Costa seguirá como membro efetivo, assim como Luiz Fernando Furlan, que tem cargo de membro independente.

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Tags: Amil, AMIL3, Planos de saúde, UnitedHealth

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COMENTÁRIO
O Blog não postou o texto como sendo de sua autoria.
No rodapé da matéria está o crédito que coube ao nosso colaborador.
Saudações,
Moderador

Vendendo Muito

É mais ou menos assim o projeto era levar a Bradesco, outros da Sulamérica ajudaram a levar empresas e entidades para a Qualicorp e depois ficaram um tempo e como outros levaram algumas apólices como CREA e CAASP Unimed.

Abs

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